Quarta-Feira, 26 de Julho de 2017

Política


09/05/2017 - 00:00 - Atualizado em 09/05/2017 - 00:00

Jogo Baleia Azul será debatido em audiência pública em Osasco

Agora, caberá à Comissão da Criança e Adolescente discutir o assunto na Câmara de Osasco
Por Da redação
Osasco

(política@webdiario.com.br)

A comissão da Educação, Cultura e Esportes da Câmara Municipal de Osasco se reuniu ontem e discutiu, dentre outros temas, o jogo Baleia Azul. Do encontro entre os parlamentares ficou definido que, a partir de agora, caberá à comissão da Criança, do Adolescente, da Juventude e da Mulher debater o assunto. Presidente da comissão, Josias da Juco (PSD) garantiu que o jogo será um dos alvos de audiência pública que será realizada no próximo dia 7.

 O Baleia Azul ganhou espaço nos debates na Câmara depois que jovens da cidade se tornaram vítima do jogo que impõem desafios a crianças e adolescentes que vão desde a automutilação ao suicídio. Inicialmente, o assunto foi levado à comissão da Educação, mas os parlamentares entenderam que o tema é mais amplo e que deveria ser discutido pela comissão da Criança e Adolescentes, público alvo do jogo. Em Osasco, o Conselho Tutelar tem feito o levantamento dos casos registrados na cidade. No próximo dia 7, em audiência pública, os conselheiros tutelares prestarão conta de seus trabalhos e, dentre outras coisas, atualizarão os números de vítimas do Baleia Azul.

“Como presidente da comissão, entendi que dentro da prestação de contas do Conselho Tutelar, podemos abordar esse assunto, com o número de casos e vídeos explicativos. Não é que eu não quero fazer uma audiência específica para tratar sobre esse assunto, mas se já vamos ter uma audiência do Conselho, a gente já encaixa esse tema. A audiência vai começar às 16h e vamos ter tempo suficiente para discutir tudo. Os pais poderão fazer perguntas para entender o que é esse jogo que todo mundo fala”, disse Josias. Para o parlamentar, a decisão da comissão da Educação de transferir o tema para a da Criança e Adolescente foi correta. “Acho que é justo, porque isso não acontece só na escola. Se a gente for olhar bem, esse é um assunto que a comissão da Criança e do Adolescente tem que tratar”, finalizou.  

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