Terça-Feira, 22 de Agosto de 2017

Saúde


30/06/2017 - 00:00

Doenças respiratórias aumentam no período de inverno

De acordo com o Ministério da Saúde, quase 100 mil mortes por pneumonia foram registradas no país em 2016.
Por Redação
Osasco

Doenças respiratórias

Doenças respiratórias (Foto: Divulgação)
Rinite alérgica, asma, sinusite, bronquite, pneumonia e enfisema. Essas são as doenças respiratórias com maior incidência entre crianças, adultos e idosos no Brasil durante o período do inverno, de acordo com o Ministério da Saúde. Temperaturas baixas, tempo seco, piora da qualidade do ar e aglomeração em lugares fechados, são fatores que contribuem para a proliferação de vírus e bactérias.
 
Dados do DATASUS –  Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde – mostram que as doenças respiratórias, especialmente a asma, pneumonia e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), juntas, correspondem a um dos maiores números de internações em todo o país, com mais de um milhão de casos por ano, em média.A pneumonia é o caso mais letal, com quase 100 mil mortes registradas em 2016 no país, segundo o Ministério da Saúde.
 
De acordo como enfermeiro infectologistaJorge Salomão, para se evitar a contração de doenças respiratórias, o indivíduo deve tomar alguns cuidados no dia a dia. “É importante manter uma alimentação balanceada e rica em alimentos naturais. Consumir frutas e verduras que contenham vitamina C, como laranja, limão, couve, rúcula. Evitar lugares fechados, com baixa ventilação, agasalhar-se para evitar mudanças de temperatura, além de higienizar com frequência e corretamente as mãos”, explica o enfermeiro.
 
Ainda de acordo com o infectologista, as doenças respiratórias crônicas necessitam de tratamento ininterrupto. “Para estes casos, o indivíduo precisa seguir uma rotina de acompanhamento médico, com medicação adequada para controle da doença”, finaliza.
 
Vacina contra gripe ajuda na prevenção dessas doenças?
Os vírus causadores da gripe sofrem mutações frequentes. Por conta desta particularidade,   anualmente, o Instituto Butantan de São Paulo, órgão responsável pela fabricação da vacina, estuda três dos principais vírus Influenza causadores de surtos e epidemias no inverno do ano anterior. O procedimento aumenta a eficácia do medicamento e, consequentemente, ajuda na diminuição de internações e casos fatais. A vacina é eficiente não só no combate à gripe, mas também contribui significativamente para impedir a evolução da doença para pneumonia.

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