Segunda-Feira, 23 de Outubro de 2017

Esportes


01/08/2017 - 00:00 - Atualizado em 01/08/2017 - 00:00

Chega a hora da revanche do Brasil em cima da China

País eliminou o Brasil nas Olimpíadas
Por Da redação
Região

Comandada por Tandara, do Nestlé/Osasco, seleção brasileira inicia fase final do Grand Prix contra a China, adversário que eliminou o Brasil, em casa, nas quartas de final das Olimpíadas

Comandada por Tandara, do Nestlé/Osasco, seleção brasileira inicia fase final do Grand Prix contra a China, adversário que eliminou o Brasil, em casa, nas quartas de final das Olimpíadas (Foto: Divulgação)
(esportes@webdiario.com.br)

Há pouco menos de 1 ano, a seleção brasileira de vôlei feminino viveu um dos momentos mais traumáticos de sua história. Em 17 de agosto de 2016, o time bicampeão olímpico buscava sua terceira medalha de ouro. Para completar, jogava em casa – eram os Jogos do Rio – e estava invicto. Mas foi eliminado, ainda nas quartas de final, pela China.  Hoje, chega a hora da revanche. Com o elenco totalmente renovado – apenas Natália estava naquele confronto das Olimpíadas – o Brasil estreia justamente contra  a China, e na casa da adversária,  na fase final do Grand Prix. A partida acontece a partir das 8h30, horário de Brasília.

Mas, deixando qualquer clima de rivalidade de lado, a oposta Tandara, do Nestlé/Osasco, afirma que as adversárias são as favoritas para o duelo desta quarta-feira. “Será um jogo difícil para nossa equipe e vejo a China como favorita pelo momento atual. É um time que erra muito pouco e joga com velocidade. Vamos precisar sacar muito bem e a nossa virada de bola precisará ser eficiente. Temos que manter a agressividade que apresentamos nos jogos em Cuiabá e o bom aproveitamento que tivemos no bloqueio”, afirmou ela, referindo-se às três vitórias da seleção, na última rodada da fase de classificação, e que fizeram o Brasil chegar à etapa final em 3º lugar na tabela.  Já  China ficou na 7ª posição.

O técnico José Roberto Guimarães também joga o favoritismo para o outro lado da quadra. “A China é atual campeã olímpica e manteve a mesma base dos Jogos Olímpicos do Rio. Elas vão jogar em casa e terão o apoio da torcida. É uma grande equipe, com uma das melhores atacantes do mundo, a Zhu. É o time a ser batido no mundo. O nosso saque será muito importante, assim como o nosso sistema defensivo. Tivemos a oportunidade de treinar a nossa relação entre o bloqueio e a defesa nesses dias que antecederam a fase final e vamos precisar ter um passe melhor. Esse jogo será mais uma final para nossa equipe”, afirmou. Brasileiras e chinesas formam ao lado da Holanda, o grupo J. Já a chave K é composta por Sérvia, Estados Unidos e Itália. As equipes se enfrentarão dentro dos seus respectivos grupos e as duas melhores em cada chave passam às semifinais. O Brasil é o atual campeão e busca seu 12º título da competição.

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