Quinta-Feira, 14 de Dezembro de 2017

Política


08/08/2017 - 00:00 - Atualizado em 08/08/2017 - 00:00

"Não foi proposto uma farmácia na Câmara", explica Bonin

Após polêmica envolvendo proposta, vereador diz que meta é ter uma caixa com remédios essenciais. "Uma paracetamol, uma dipirona....."
Por Leonardo Abrantes
Osasco

"Não foi proposto uma farmácia na Câmara", explica vereador Bonin

"Não foi proposto uma farmácia na Câmara", explica vereador Bonin (Foto: Luciano Benazzi)
(politica@webdiario.com.br)

Vereador de Osasco, Renato Bonin (PR) usou suas redes sociais para, segundo ele, desfazer o “mal entendido” em torno da criação de uma “farmácia” na Câmara Municipal. Em um vídeo publicado no Facebook, o parlamentar responde às críticas que recebeu de moradores da cidade. O Diário da Região publicou no último final de semana a matéria “Câmara de Osasco pode finalmente ganhar farmácia” em que afirma que a Casa criará um espaço para reserva de remédios de primeira necessidade caso algum servidor ou visitante passe mal no prédio.

“Não é um projeto. Essa ideia surgiu na última sessão da Câmara, baseado em algumas situações que enfrentamos na Câmara. Recentemente, uma das guardas mirins teve uma crise de vômitos e não tínhamos um remédio. Outro colega teve crise de dor de cabeça por conta do aumento da pressão arterial e não tínhamos um simples analgésico para dar para essa pessoa tomar. Nem eu, nem o presidente da Câmara ou qualquer outro vereador está propondo que se coloque na Câmara uma farmácia ou ambulatório médico. O que a gente quer é ter uma caixinha, um armário ou uma gaveta onde possamos ter um paracetamol, uma dipirona... não vamos ter médico ou farmácia para fornecer medicamentos aos vereadores. Houve um mal entendido”, disse Bonin.

Ao Diário, o vereador já havia deixado claro que o espaço seria pequeno, que não teria necessidade de um farmacêutico ou médico e que seria implantado a “custo zero”. “É algo simples. A ideia não é montar um ambulatório que exigiria a presença de médico ou enfermeiro em tempo integral. Em uma situação mais dramática, temos um hospital a 100 metros da Câmara”, afirmou Bonin na ocasião. Como médico, ele, inclusive, se prontificou a cuidar do espaço e a ministrar a medicação. “Recebi muitas críticas nas redes sociais de pessoas que acho que não entenderam o que o jornal veiculou. Li a matéria e percebo que os jornais veicularam exatamente o que falei. Nosso objetivo é muito simples”, finalizou.
 

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