Segunda-Feira, 20 de Novembro de 2017

Política


12/09/2017 - 18:05

Fim das coligações pode levar vereador Ribamar para PSDB

Vereador deve ser candidato a deputado. O fim das coligações irá enfraquecer partidos pequenos e dificultar vitória nas urnas. Saída seria o ninho tucano
Por Leonardo Abrantes
Osasco

Ribamar

Ribamar (Foto: Luciano Benazzi)
(política@webdiario.com.br)

O provável fim das coligações nas eleições proporcionais deve levar o vereador Ribamar Silva a trocar o PRP pelo PSDB. Ele é líder do governo Rogério Lins (PODE) na Câmara Municipal e na eleição de 2018 deve ser candidato a deputado estadual ou federal. Ribamar vê no PRP poucas chances de vitória diante das urnas porque os partidos pequenos, que tradicionalmente recorrem às coligações para elegerem representantes, seriam enfraquecidos. A opinião do prefeito também será primordial na decisão de Ribamar. Assim como o vereador, Lins também já foi sondado pelos tucanos.

Na semana passada, a Câmara dos Deputados, em Brasília, aprovou Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que põe fim às coligações nas eleições proporcionais, por meio do qual são escolhidos os deputados federais, deputados estaduais e vereadores. Se for aprovada em segunda votação na Câmara e, em seguida pelo Senado, a regra valeria já para 2018.

“Hoje, se acabar as coligações partidárias, teremos que estudar qual vai ser a chapa do PRP. O PSDB você já sabe que vai ter uma chapa em condições de disputar a eleição. Não conheço a chapa do PRP. Temos que ver para começar a pensar numa candidatura. O PSDB, com certeza, tem chapa para eleger até 30 deputados estaduais. No PRP a gente não sabe. Se acabar a coligação, não vejo o PRP com possibilidade de eleger deputado”, afirmou Ribamar.

Ribamar também afirma que ouvirá o prefeito antes de tomar sua decisão. Recentemente, Rogério Lins também foi convidado para se filiar ao PSDB, mas afirmou ser leal ao Podemos e a deputada federal Renata Abreu, presidente nacional da legenda.

“Não vou entrar no jogo sem saber qual será a regra. A regra ainda está sendo discutida em Brasília e não dá para saber como vai ser. Hoje, não posso falar que sou ou que não sou candidato. Também preciso deixar claro que tenho um líder político na cidade que é o prefeito Rogério Lins. Sou soldado do prefeito e se ele achar que vou ajudar a cidade na Assembleia Legislativa ou na Câmara dos Deputados, estou à disposição”, finalizou.  
 
 

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