Quinta-Feira, 21 de Setembro de 2017

Cotidiano


12/09/2017 - 18:25

Custo de vida sobe 0,41% na região Metropolitana

Gastos com habitação puxaram a alta, enquanto alimentos ficaram mais baratos, aponta pesquisa da Fecomercio
Por Redação
Osasco

Custo de vida

Custo de vida (Foto: Divulgação)
(cotidiano@webdario.com.br)

O custo de vida na região metropolitana de São Paulo subiu 0,41% em julho, de acordo com pesquisa da Fecomercio. Apesar de essa ser a maior alta ao longo de todo o ano, o indicador está menor que o registrado em igual período de 2016, quando a alta havia sido de 0,67%. Entre os nove segmentos analisados, somente dois apresentaram variação negativa no período: Alimentação e bebidas (-0,55%) e Vestuário (-0,39%). Mas eles têm bastante peso nas contas, porque chegam a comprometer, em média, um quarto de todo orçamento doméstico. Por outro lado, com representatividade de pouco mais de 16%, o segmento Habitação exerceu a principal contribuição de alta, encerrando o mês com crescimento de 2,03%.

As classes D e C foram as que mais sentiram os aumentos nos preços em julho, com altas de 0,44% e 0,43% em seus custos de vida, respectivamente. Já as classes A e B foram menos impactadas pela alta dos preços e encerraram o mês com variação positiva de 0,28% e 0,36%, respectivamente. A Fecomercio também revela que o Índice de Preços no Varejo (IPV) registrou queda de 0,07% em julho, contra recuo de 0,72% observado no mês anterior.

No acumulado de janeiro a julho deste ano, o indicador acumulou variação negativa de 0,41%. Os produtos comercializados pelo grupo Alimentação e Bebidas passaram de um recuo de 0,54% em junho para uma retração de 0,77% em julho. Entre os subgrupos que sofreram as maiores quedas estão: pescados (-3,92%); cereais, leguminosas e oleaginosas (-3,03%); farinhas, féculas e massas (-0,47%); açúcares e derivados (-2,18%); frutas (-1,24%); e carnes (1,14%).

O grupo Saúde e cuidados pessoais apontou queda de 0,42% em julho e contribuiu para a segunda maior pressão negativa no IPV de julho. Os preços dos grupos Habitação (0,33%), Transportes (0,81%), Despesas pessoais (0,11%) e Educação (0,09%) subiram e impediram uma queda maior do indicador em julho.
 

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