Domingo, 19 de Novembro de 2017

Política


13/11/2017 - 00:00 - Atualizado em 13/11/2017 - 00:00

"Remédios na rede municipal de Saúde estão garantidos por 16 meses", diz Rogério Lins

Segundo prefeito, foram concluídas duas licitações para compra de medicamentos e insumos para a rede de saúde de Osasco. Entregas acontecem em até 30 dias
Por Erica Celestini
Osasco

(cotidiano@webdiario.com.br)

O abastecimento de remédios, na rede municipal de Saúde de Osasco, está garantido pelos próximos 16 meses. Segundo o prefeito Rogério Lins, isso foi possível porque foram concluídas, na última semana, duas licitações para compra de remédios, o que deve assegurar a distribuição, à rede, por esse período. Além dos medicamentos que são usados nas UBS, Pronto Socorros e UPAs, elas também envolvem insumos para diabéticos, como fitas para realização de exames de Dextro. Os produtos devem chegar em até 30 dias, prazo máximo previsto pelas licitações para o fornecimento por parte das empresas vencedoras.

“O atendimento estava acontecendo, e a gente não tem problema nenhum em reconhecer isso, de forma precária, porque a gente não tinha o trâmite correto. Quando assumimos, não havia licitação em andamento. E isso leva tempo. Agora, a gente tem tranquilidade por 16 meses”, afirmou, durante entrevista, após a entrega a Cemeief Maria José, na Vila Simões, na última sexta-feira. Ainda segundo o prefeito, a compra a longo prazo permite o início de um trabalho de planejamento na rede de saúde. “Agora, não precisaremos ficar apenas cuidando dessas coisas emergenciais, como medicamentos e insumos, e sim investir de fato no atendimento primário e as especialidades, que é a nossa meta”, completou Lins, referindo aos atendimentos nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e nas policlínicas.

Também no setor de medicamentos da rede, Lins já havia anunciado que vai unificar, até o final deste ano, em um prédio na avenida João Batista, no Centro de Osasco, os serviços das três farmácias de distribuição de remédios da rede: a da Policlínica da Zona Norte, onde é feita a entrega dos medicamentos de alto custo; a do CAPS, que entrega os controlados, e a da Policlínica da Zona Sul, onde é feita a dispensação de  medicamentos de uso contínuo. A previsão é de que a nova unidade comece a funcionar em dezembro. O processo de aluguel do prédio está em fase final.

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