Sábado, 15 de Dezembro de 2018

Esportes


13/03/2018 - 00:00

Thaisa diz que guarda mágoa do Nestlé/Osasco

Por Redação
Osasco

Thaisa

Thaisa (Foto: Divulgação)
(esportes@webdiario.com.br)

Rivalizando com o clássico regional e com a disputa da vaga às semifinais, o jogo entre Neslté/Osasco e Hinode/Barueri teve outro atrativo. Pela primeira vez, a central Thaisa, hoje no Barueri, enfrentaria seu ex-time. Jogar com a torcida contra, para ela, foi natural.

Em entrevista a Bruno Voloch, que mantém em blog sobre vôlei no Portal Estadão, ela destacou o respeito do público. “Entrei e saí de cabeça erguida. Muito bem recebida. Não poderia ser de outra forma. Não fui xingada pela torcida ou maltratada. Tudo aconteceu dentro do maior respeito”, afirmou.

Por outro lado, a central afirma não ter saudade do clube e que guarda mágoa pela forma como sua saída foi conduzida. “Saudade não. A forma como foi conduzida minha saída foi estranha. Me machucou e magoou muito. Falta de respeito com a atleta e ser humano Thaísa. Não entendi. Se as coisas não tivessem sido conduzidas assim, até sentiria.

Mas a falta de respeito foi tão grande que tenho sim mágoa da comissão técnica e de parte dos coordenadores”, afirmou. Já as ex-companheiras foram poupadas. “Nunca tive problemas com as meninas. Algumas não olharam na minha cara durante o jogo, mas era natural pelo clima criado e o peso dos playoffs. Depois da partida a gente se falou naturalmente. Não dava também para ter beijinhos e abraços, afinal ninguém gosta de perder e não tinha ambiente para isso. Gosto delas no geral e tenho carinho pela maioria”, completou.

Quanto ao atual técnico, José Roberto Guimarães, e ao Hinode/Barueri, ela não poupou elogios. “Só posso agradecer o clube, patrocinador e o Zé Roberto fizeram por mim. Ele me estendeu a mão quando eu estava na merda. Quando você está por cima é fácil apoiar e ganhar tapinha nas costas. O que ele fez por mim não tem dinheiro no mundo que pague”, completou, referindo-se a sua contratação, por empréstimo, ainda durante o período de recuperação de lesão.

A atleta ficou 10 meses sem jogar, após passar por cirurgia no joelho.

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