Segunda-Feira, 19 de Novembro de 2018

Cotidiano


15/05/2018 - 00:00 - Atualizado em 15/05/2018 - 00:00

Vendas do Dia das Mães crescem 4%, apontam dados do SPC

Por Da redação
Região

Vendas do Dia das Mães  crescem 4%, aponta SPC

Vendas do Dia das Mães crescem 4%, aponta SPC (Foto: imagem ilustrativa)

(cotidiano@webdiario.com.br)

As vendas do comércio para o Dia das Mães cresceram 4% em 2018, em relação a 2017, segundo os dados da Boa Vista SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), com abrangência nacional. Segunda data comemorativa mais importante do ano, perdendo apenas para o Natal, ela teve desempenho bem superior ao registrado no ano passado, quando a alta havia sido de 1,6% sobre 2016. Já a Fecomercio (Federação do Comércio do Estado de São Paulo) estimou que o faturamento total no varejo, no período que antecedeu à data, foi aproximadamente R$ 2,2 bilhões superior ao apurado no mesmo período do ano passado. Ainda de acordo com a Boa Vista, o movimento do Dia das Mães segue a tendência de recuperação das vendas do varejo em 2018, apesar da cautela do consumidor ainda estar presente.

O desempenho reflete melhoras no mercado de trabalho e no mercado de crédito.  O cálculo do volume de vendas para esta data foi baseado em uma amostra das consultas realizadas ao banco de dados da Boa Vista SCPC. Foram consideradas as consultas realizadas no período de 7 a 13 de maio de 2018, comparadas às consultas realizadas entre 8 a 14 de maio de 2017. Outra pesquisa, também do SCPC, aponta que, após quatro anos consecutivos de queda nas vendas a prazo na semana do Dia das Mães, o comércio volta a comemorar.

O volume de vendas parceladas na semana anterior ao último domingo (entre 6 e 12 de maio) cresceu 2,86% em relação ao mesmo período do ano passado. A alta de 2018 acontece após um período de sucessivas quedas entre 2014 e 2017, chegando a 5,50% no último ano. “Esse resultado é muito positivo para o varejo, que já começa a sentir um pequeno reaquecimento das vendas, depois de enfrentar um cenário econômico desfavorável nos últimos anos, com crédito mais caro, inflação e altas taxas de desemprego”, analisa o presidente do SPC Brasil, Roque Pellizzaro.

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