Terça-Feira, 23 de Outubro de 2018

Polícia

10/08/2018 - 00:00 - Atualizado em 10/08/2018 - 00:00

Três anos após chacina, famílias cobram indenização

Por Da redação / policia@webdiario.com.br
Osasco

Há 3 anos, na noite de 13 de agosto de 2015, Osasco e Barueri entravam para a história como palcos da maior chacina do Estado de São Paulo. Em ataques simultâneos, 17 pessoas foram mortas a tiros. Foi uma vingança, praticada por dois policiais militares e um guarda municipal, pela morte de um PM e de um guarda, dias antes, durante assaltos, nas duas cidades. Eles foram condenados em setembro do ano passado. Neste domingo, o escritório paulista da ONG Rio de Paz fará um ato na avenida Paulista, das  7h às 13h, para lembrar o crime, com a presença de familiares das vítimas, que vão cobrar do Governo do Estado de São Paulo o pagamento de indenização, já os crimes foram cometidos por policiais.

Familiares entraram com pedidos pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) e tiveram que suspender as ações na justiça para negociarem. Mas ainda não tiveram resposta. A última reunião aconteceu em 17 de abril, quando ela receberam orientação para continuar aguardando.  Pelos crimes, o PM da Rota Fabrício Eleutério foi condenado a 255 anos, 7 meses e 10 dias de prisão; o policial militar Thiago Henklain a 247 anos, 7 meses e 10 dias; e o guarda-civil Sérgio Manhanhã a 100 e 10 meses. Todos em regime fechado.

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