Quarta-Feira, 19 de Dezembro de 2018

Cotidiano


05/12/2018 - 00:00 - Atualizado em 05/12/2018 - 00:00

600 mil pedem cadeia para agressor de cão no Carrefour

Por Da redação / cotidiano@webdiario.com.br
Osasco

A morte de um cachorro de rua, que teria sido vítima de envenenamento e espancamento por um segurança da loja de Osasco da rede Carrefour, está causando reações em massa em todo o País. Uma petição online, disponível no link www.change.org/p/justiça-punição-para-quem-matou-o-cachorro-do-carrefour-de-osasco , havia coletado, até esta quarta-feira, 600 mil assinaturas, segundo os organizadores, pedindo punição para o caso. O abaixo assinado eletrônico defende que o segurança, acusado do crime, seja punido com prisão, além de sanções à empresa. Além disso, um protesto está sendo convocado, via Facebook, para o próximo sábado, a partir das 15 horas, no Carrefour Osasco que fica na avenida dos Autonomistas, 1542.

Também até esta quarta-feira, 9 mil pessoas já haviam confirmado presença no ato e outras 40 mil haviam indicado interesse em participar. No mesmo horário, serão realizados protestos semelhantes em outras lojas do País, incluindo nas cidades Campinas, Itu, São José dos Campos e Santos, no Estado de São Paulo, e ainda Belo Horizonte, Porto Alegre e Curitiba.  A morte do animal ocorreu na quarta-feira passada, mas o caso passou a ganhar repercussão a partir do final de semana, com denúncias feitas por ativistas. Já na segunda-feira, um inquérito policial foi aberto na Delegacia do Meio Ambiente de Osasco para apurar o caso.

Na tarde de terça-feira, foi ouvida a primeira testemunha. Ela confirmou, na Delegacia do Meio Ambiente, que um segurança do local espancou o cachorro com uma barra de alumínio. A barra foi localizada pela polícia atrás do caixa eletrônico no hipermercado. O suposto agressor está escondido com medo de ser linchado pela população. Ele deve depor, em breve, com a presença de um advogado. Os funcionários da Zoonose que socorreram o animal também foram ouvidos.

A equipe foi chamada, no dia, para atender um caso de atropelamento de cachorro no Carrefour. O animal foi socorrido com vários ferimentos, incluindo hemorragia, e não resistiu. O corpo foi cremado e só no dia seguinte o departamento passou a receber denúncias sobre o espancamento e envenenamento.

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