Terça-Feira, 22 de Janeiro de 2019

Política


10/01/2019 - 00:00 - Atualizado em 10/01/2019 - 00:00

Emidio engrossa a fila de críticas aos vaivens de Bolsonaro

"As novas regras que o presidente pretendia fazer faria com que os livros não fossem mais obrigados a conter referências bibliográficas", disse
Por Júlio Rezende / politica@webdiario.com.br
Osasco

Deputado estadual e ex-prefeito de Osasco, Emidio de Souza (PT)

Deputado estadual e ex-prefeito de Osasco, Emidio de Souza (PT) (Foto: Divulgação)
O ex-prefeito e deputado estadual Emidio de Souza (PT) foi mais um na fila dos que criticaram a mudança sugerida pela equipe do presidente Jair Bolsonaro sobre a produção de livros escolares para o Brasil. Segundo decisão do Ministério da Educação, divulgada no dia 2, a nova versão do edital excluiu trechos que orientavam as editoras a utilizar ilustrações de forma a retratar “a diversidade étnica da população brasileira, a pluralidade social e cultural do país”, a exemplo da promoção das culturas quilombolas e dos povos do campo. A repercussão negativa fez com que o Ministério da Educação voltasse atrás.

Emidio não perdoou. Segundo ele, mesmo tendo desistido da alteração, o governo Bolsonaro tende a piorar o nível da educação no país. “As novas regras que o presidente pretendia fazer faria com que os livros não fossem mais obrigados a tratar sobre violência contra a mulher e nem conter referências bibliográficas”, destacou em rede social.

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