Segunda-Feira, 22 de Abril de 2019

Cotidiano


07/02/2019 - 00:00 - Atualizado em 07/02/2019 - 00:00

Ano começa com 32 casos e 8 mortes por febre amarela no estado de S.Paulo

No ano passado 176 pessoas morreram. Na região foram 9 registros, com 4 mortes, e doença contraída na cidade. Barueri e Osasco registraram dois óbitos, mas os pacientes contraíram a doença durante viagens
Por Da redação / cotidiano@webdiario.com.br
Região

O início do ano, marcado por chuvas, também  é o período de maior transmissão da febre amarela. Isso porque a doença é transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti, o mesmo da dengue, que usa água parada para se reproduzir. A boa notícia é que as cidades da região Oeste estão fora da rota de transmissão nesse começo de 2019.

 De primeiro de janeiro de 2019 até o momento foram notificados 86 casos suspeitos de febre amarela, sendo que 32 casos autóctones foram confirmados. Destes, 9 evoluíram para o óbito, uma letalidade de 28,1%. Ainda desse total, 96,8% apresentam como local provável de infecção municípios do Vale do Ribeira, do Grupo de Vigilância Epidemiológica (GVE) de Registro.

Um caso apresenta como local provável de infecção o município de Serra Negra, do GVE de Campinas e dois casos ainda permanecem com LPI(local provável de infecção) em investigação. O levantamento, do Centro de Vigilância Epidemiológica, revela ainda que, entre os casos confirmados, 90,2% são do sexo masculino, com idade média de 41 anos e trabalhadores rurais (75%). 

No ano passado, foram confirmados 503 casos autóctones em várias regiões do estado, que causaram  176 mortes. Cotia foi a única cidade da região com casos contraídos na própria cidade. Foram 9 registros, com 4 mortes. Também houve casos em Barueri e Osasco, incluindo dois óbitos, mas os pacientes contraíram a doença durante viagens.

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