Segunda-Feira, 22 de Abril de 2019

Cotidiano


08/02/2019 - 00:00 - Atualizado em 08/02/2019 - 00:00

Ministério prorroga prazo para Mais Médicos

Por Da redação / cotidiano@webdiario.com.br
Região

O Ministério da Saúde prorrogou mais uma vez o prazo de escolha de vagas para o Programa Mais Médicos. É o quinto adiamento desde que foi lançado edital para subir a saída dos profissionais de Cuba do programa, em novembro do ano passado. Agora, conforme anunciado nesta semana, os médicos brasileiros formados no exterior  terão os dias 13 e 14 de fevereiro para escolherem os municípios no site do programa. Após esta etapa, o Ministério da Saúde irá divulgar, em 19 de fevereiro, a lista completa dos profissionais alocados em cada localidade. A partir daí, começa a contar o prazo para que ele se apresentem às prefeituras.

Além disso, o ministério liberou a inscrição de profissionais que não têm o  Registro do Ministério da Saúde (RMS). Segundo a pasta, eles vão passar por um “módulo de acolhimento”, com aulas e avaliação da coordenação nacional do programa, antes de serem contratados.  Para os profissionais brasileiros, o prazo de escolha das vagas, nessa última etapa, terminou nesta sexta-feira.  Ao todo, 10.205 profissionais brasileiros e estrangeiros com habilitação para exercício da medicina no exterior (sem registro no Brasil) completaram a inscrição no Mais Médicos e, de acordo com último balanço da pasta, 82% das vagas  foram preenchidas.

No primeiro edital, foram aprovados mais 10 médicos para atuar em Osasco, 8 em Jandira, 6 em Carapicuíba, 6 em Itapevi  e 1 em Cotia. Desde o rompimento do acordo com o governo cubano, em 15 de novembro, essas cidades perderam  118 médicos– 34 em Jandira, 33 em Osasco, 30 em Carapicuíba e 21 em Itapevi. No primeiro edital aberto pelo ministério, foram incluídas 127 vagas nessas cidades ,das quais 54 não foram preenchidas e integram o segundo edital. Não foi divulgado, pelo ministério, novo balanço de vagas disponíveis por municípios.  O governo federal é responsável pelo pagamento dos salários, que são de R$11 mil. Já as prefeituras arcam com as despesas de alimentação e moradia dos profissionais.

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