Quarta-Feira, 26 de Junho de 2019

Cotidiano


12/06/2019 - 00:00 - Atualizado em 12/06/2019 - 00:00

Com 12 mortes, febre amarela tem campanha de vacinação

Por Da redação / cotidiano@webdiario.com.br
Região

Segue até 12 de julho, em todo o Estado de São Paulo, a campanha de vacinação. Secretaria Estadual da Saúde quer aumentar cobertura vacinal, atualmente de 71,6%. Vacinação segue até 12 de julho e campanha incluir Dia D, em 29 de junho.

Segue até 12 de julho, em todo o Estado de São Paulo, a campanha de vacinação. Secretaria Estadual da Saúde quer aumentar cobertura vacinal, atualmente de 71,6%. Vacinação segue até 12 de julho e campanha incluir Dia D, em 29 de junho. (Foto: Divulgação)
Segue até 12 de julho, em todo o Estado de São Paulo, a campanha de vacinação contra a febre amarela. De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, a meta é aumentar a cobertura vacinal, que atualmente é de 71,6%. Este ano,  até 3 de junho, foram registrados 66 casos autóctones (com transmissão no próprio estado)  de febre amarela silvestre e 12 deles evoluíram para óbitos. Do total de casos, 94% têm como local provável de infecção (LPI) municípios do Vale do Ribeira. Um caso foi registrado na região de Campinas, no município de Serra Negra e outros três casos na região de Sorocaba, nos municípios de Ribeira, Apiaí e Ribeirão Branco.

Nas cidades da região Oeste, não houve registros. Mas todo o Estado tem recomendação da vacinação contra a febre amarela, devido à circulação do vírus silvestre. Nos dois últimos anos (2017-2018), mais de 21 milhões de pessoas foram vacinadas contra febre amarela em SP, número três vezes maior que o total de doses aplicadas na década anterior – 7 milhões de pessoas foram imunizadas entre 2006 e 2016.  Também como parte da campanha, no dia 29 de junho, um sábado, acontecerá o Dia D, com todos os postos de saúde abertos das 8h às 17h para atendimento da população. “A imunização é a principal forma de proteger a população contra a febre amarela”, alerta a diretora de Imunização da Secretaria, Helena Sato.

Devem consultar o médico sobre a necessidade da vacina os portadores de HIV positivo, pacientes com tratamento quimioterápico concluído e transplantados. Não podem tomar vacina, sem consultar um médico, grávidas, mulheres amamentando crianças com até 6 meses e imunodeprimidos, como pacientes em tratamento quimioterápico, radioterápico ou com corticóides em doses elevadas (como por exemplo Lúpus e Artrite Reumatóide).

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