Quarta-Feira, 26 de Junho de 2019

Cotidiano


12/06/2019 - 00:00 - Atualizado em 12/06/2019 - 00:00

Osasco terá ato contra Reforma na greve geral desta sexta-feira

Metalúrgicos, bancários, comerciários, professores e químicos estão entre as categorias em protesto, a partir das 9 horas, no Largo de Osasco. Ônibus, trem e metrô prometem parar
Por Da redação / cotidiano@webdiario.com.br
Osasco

Trabalhadores de várias categorias vão se reunir no Largo de Osasco,  a partir das 9 horas. Ônibus, trens e metrôs confirmaram adesão à greve, mas empresas conseguiram liminar para garantir transporte

Trabalhadores de várias categorias vão se reunir no Largo de Osasco, a partir das 9 horas. Ônibus, trens e metrôs confirmaram adesão à greve, mas empresas conseguiram liminar para garantir transporte (Foto: Divulgação)
Osasco será um dos pontos de ato na greve geral desta sexta-feira. A partir das 9 horas, trabalhadores de diversas categorias vão se reunir no Largo, na região central, em protesto contra a Reforma da Previdência. Dentre as categorias que já confirmaram adesão à greve estão metalúrgicos, bancários, comerciários, professores, motoboys e petroleiros. “A estratégia é envolver a sociedade para saber o que está acontecendo, os prejuízos que esta reforma pode provocar na vida dos trabalhadores”, destaca Jorge Nazareno, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e região, uma das entidades que encabeça os protestos na cidade.  

Os atos também serão contra o desemprego e os cortes anunciados pelo governo federal na Educação. Após a manifestação em Osasco, o grupo segue para engrossar os movimentos marcados para o período da tarde, na avenida Paulista, na Capital. Esta semana, também confirmaram adesão ao movimento os motoristas de ônibus da Capital e de toda a região Oeste, além de metroviários e ferroviários. No caso das linhas 8 e 9, que atendem a região, o sindicato não realizou assembleia, mas afirmou que os trabalhadores não serão impedidos de participar dos atos.  Também nesta terça-feira, a CPTM e o Metrô conseguira, na Justiça, uma liminar (decisão provisória) para que o transporte público não seja interrompido. Os trabalhadores terão que manter 60% da operação nos horários normais e 80% nos horários de pico.

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