Sexta-Feira, 20 de Setembro de 2019

Política


12/06/2019 - 00:00 - Atualizado em 12/06/2019 - 00:00

Câmara autoriza foodbikes em praças e parques de Carapicuíba

Por Júlio Rezende / politica@webdiario.com.br
Carapicuíba

Vereador Valdemar da Farmácia (PV), autor do projeto

Vereador Valdemar da Farmácia (PV), autor do projeto (Foto: Divulgação)
A Câmara de Carapicuíba aprovou em segunda discussão, nesta semana, o projeto de lei de autoria do vereador Valdemar da Farmácia (PV) que autoriza a comercialização de alimentos e bebidas não alcóolicos em praças, parques e ruas por meio das chamadas “FoodBikes”. A proposta seguiu para ser sancionada pelo prefeito Marcos Neves (PV).

De acordo com o projeto, o sistema não poderá vender alimentação industrializada, bem como fornecer produtos em garrafas, copos de vidro ou material similar. Além disso, o serviço só poderá funcionar em horário compatível com o zoneamento do município, não excedente às 22 horas.  Segundo o vereador proponente, o foodbike é uma nova tendência que tem surgindo em todo o Brasil e traz facilidades para as refeições rápidas. “O sistema tornou-se um modelo barato e atraente de negócio. O gasto na utilização do equipamento é muito menor se comparado ao foodtruck.

Além disso, economiza espaço, afinal as bicicletas já provaram que são a nova tendência para os próximos anos, pois são sustentáveis, fazem bem à saúde e desafogam o trânsito”, justificou o parlamentar . Como forma de regulamentar o serviço, a prefeitura irá expedir autorização para a comercialização de produtos nesse equipamento, que deverá obedecer às normas editadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

O vereador avalia ainda que a medida irá beneficiar muitos cidadãos que estão buscando novas formas de sustentar a família. “Pensando nisso, novos empresários tiveram a ideia de trocar os veículos motorizados por bicicletas, possibilitando novos empregos, com baixo investimento e com qualidade”, argumenta Valdemar da Farmácia.  Havendo alguma anormalidade na comercialização dos produtos, principalmente com relação à conservação e manuseio dos alimentos, o município poderá revogar a autorização ou permissão a qualquer tempo e cobrará o preço público devido ao exercício da atividade.
 

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