Sexta-Feira, 10 de Julho de 2020

Política


03/07/2019 - 00:00

36,9% consideram governo Bolsonaro ruim ou péssimo na região

Essa é a parcela dos entrevistados, em pesquisa do Instituto MAS, que desaprova a gestão do presidente em 6 cidades da região. Levantamento sobre os 6 primeiros meses de governo também revela que 47% são contra a proposta de Reforma da Previdência
Por Da redação

Pesquisa também revela que  47% são contrários à Reforma da Previdência

Pesquisa também revela que 47% são contrários à Reforma da Previdência (Foto: divulgação)
Praticamente 4 a cada 10 moradores de 6 cidades da região Oeste desaprovam o governo do presidente Jair Bolsonaro. É o que aprova pesquisa realizada pelo Instituto MAS, sobre os 6 primeiros meses de gestão do novo governo.

De acordo com o levantamento, a gestão Bolsonaro é considerada ruim ou péssima por 36,9% dos entrevistados. Já 26,3% avaliam o governo como ótimo ou bom e 27,2% como regular. Uma parcela de 9,6% não soube avaliar.

O instituto ouviu 1.705 moradores das cidades de Araçariguama, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Pirapora do Bom Jesus e Vargem Grande Paulista.  Nesses municípios, o presidente teve o maior número de votos, entre os demais concorrentes, nas eleições do ano passado. Segundo o MAS, a pesquisa ainda será feita nas demais cidades que integram o Cioeste (Consórcio Intermunicipal das Cidades da Região Oeste Metropolitana de São Paulo).

Na pesquisa, também foi perguntada a opinião dos entrevistados sobre a Reforma da Previdência, projeto do governo Bolsonaro que tramita no Congresso.  São contrários à proposta 47% dos moradores dessas cidades. Outros 37,1% são favoráveis. Um total de 8,8% é indiferente e 7% não souberam responder.

De acordo com o cientista político Marcos Agostinho, diretor do Instituto MAS, a avaliação do governo Bolsonaro, na região, segue a mesma tendência de outros levantamentos feitos em nível nacional. “A expectativa de avaliação do governo era bem alta. Passado o primeiro mês de atuação, ela se manteve. Porém, no terceiro mês, caiu. E  agora, houve queda ainda maior. “Pela primeira vez, é nítida a diferença entre aqueles que aprovam e desaprovam o governo Bolsonaro, sendo que o saldo é negativo”, ressalta.