Sexta-Feira, 18 de Outubro de 2019

Política


10/07/2019 - 00:00 - Atualizado em 10/07/2019 - 00:00

"Vi a morte de perto. A dor foi insuportável", lembra Aline Lins sobre acidente

"Foram dias muitos difíceis, principalmente pelo lado emocional, mas também pelo estético. Sempre fui muito vaidosa", completou
Por Erica Celestini /politica@webdiario.com.br
Osasco

"Vi a morte de perto. A dor foi insuportável", lembra Aline

"Vi a morte de perto. A dor foi insuportável", lembra Aline (Foto: Divulgação)
Durante entrevista coletiva concedida na tarde desta quarta-feira, logo após o anúncio da alta médica do Hospital Municipal Antônio Giglio, a primeira-dama de Osasco, Aline Lins, lembrou dos momentos de medo e dor logo após a explosão da fogueira do Arraiá do Servidor. “Vi a morte de perto”, afirmou ela. Os momentos na ambulância, no trajeto até o hospital, e os primeiros atendimentos também não foram fáceis. Ela chegou a perder os sentidos, devido às fortes dores em decorrência das queimaduras. “Na ambulância, entrei em um desespero muito grande. E quando a gente chegou no hospital, a dor era insuportável. Eu realmente desmaiei. Apaguei de dor. Só acordei depois que já tinha sido feita a limpeza”, completou.

Embora tenha sofrido queimaduras de menor extensão – ela teve 8% do corpo queimado, enquanto o prefeito Rogério Lins teve 16% - em alguns pontos as queimaduras foram profundas. Por isso, Aline teve que fazer enxerto de pele na mão. “Foram dias muitos difíceis, principalmente pelo lado emocional, mas também pelo estético. Sempre fui muito vaidosa”, completou Aline, que também teve parte dos cabelos queimados.  A primeira-dama  agradeceu a equipe de funcionários do hospital –dos médicos à equipe de limpeza – e as mensagens de apoio recebidas durante os 12 dias de internação.

“Quando pude acessar meu celular, me surpreendi. Nunca imaginei o carinho que as pessoas têm por mim e pelo Rogério. Continuo bastante abalada, mas estou bem mais forte que o dia em que entrei”, relatou. Ela  falou ainda sobre o apoio que recebeu do marido desde o acidente até a alta. “O Rogério é muito mais forte que eu. Ele me deu forças desde a ambulância. E sempre que eu voltava de todas as sedações, ele estava do meu lado, me acalmando. Agradeço a Deus também porque fomos só eu e ele feridos e mais ninguém”, destacou, referindo-se ao fato de que a festa estava lotada no momento da explosão. Por fim, Aline deixou um recado a Rogério. “Ele já está querendo ir para a rua, mas não vou deixar. Vou trancar a porta e tirar a chave. Ele vai trabalhar dentro de casa”, completo

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