Quinta-Feira, 18 de Julho de 2019

Política


11/07/2019 - 00:00 - Atualizado em 11/07/2019 - 00:00

"Possibilidade de ser candidato a governador é grande", diz Rubens Furlan

"Não sou eu que estou falando, mas as pessoas comentam que eu seria um bom candidato", comentou o prefeito. Segundo ele, cúpula do partido pensa em buscar novas lideranças para ocupar esse espaço
Por Júlio Rezende/politica@webdiario.com.br
Barueri

Apesar de não sonhar com a ideia, o prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PSDB), declarou nesta quarta-feira, ao Diário da Região, que não descarta a possibilidade de se candidatar ao governo do Estado de São Paulo em 2022, caso o atual governador João Doria deixe a administração para tentar a presidência da República, como ventilado nos meios políticos, inclusive na convenção tucana, quando Doria foi chamado de presidente por correligionários.

Para Furlan todo político almeja um crescimento na escala administrativa, e ele não pensa diferente. “Não sou eu que estou falando sobre a candidatura, mas as pessoas comentam que eu seria um bom candidato. Eu acho que a possibilidade de ser candidato a governador é grande, principalmente porque a cúpula do partido pensa em buscar novas lideranças que possam ocupar esse espaço”, comentou o prefeito.

No entanto, a probabilidade de que isso realmente aconteça pode não ser das mais fáceis, já que se Dória se afastar para concorrer à presidência, quem administrará o Estado será o vice governador Rodrigo Garcia (Dem), seu principal aliado e um dos responsáveis pela conquista de votos no interior do Estado nas eleições de 2018. Não é a primeira vez que o nome do barueriense é cogitado para o cargo.

Em 2017, teve seu nome apresentado pelo prefeito de Itapevi, Igor Soares (Podemos), ao demais prefeitos da região, durante evento do Consórcio Intermunicipal (Cioeste). Naquela oportunidade, Igor pretendia que Furlan deixasse o ninho tucano para ingressar no Podemos e, a partir daí, articular a candidatura. Apesar de Furlan não se pronunciar oficialmente sobre o assunto, na época o prefeito de Barueri subiu o tom das críticas ao então governador Geraldo Alckmin, seu companheiro de partido. Por fim, acabou permanecendo no PSDB e apoiando a campanha vitoriosa de Doria.

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