Terça-Feira, 19 de Novembro de 2019

Polícia

05/11/2019 - 00:00 - Atualizado em 05/11/2019 - 00:00

"Chefe do caixa" do tráfico do PCC é preso em Osasco

Por Erica Celestini e Maranhão policia@webdiario.com.br
Região

Ele liderava célula que comandava 100 pontos de vendas de drogas na região e chegava a arrecadar R$500 mil por semana. Na semana passada, outros 10 integrantes da célula já tinham sido presos, durante operação "Fio do Arame". Polícia não descarta que ele esteja envolvido em sequestro de guarda municipal, no final de semana.

Ele liderava célula que comandava 100 pontos de vendas de drogas na região e chegava a arrecadar R$500 mil por semana. Na semana passada, outros 10 integrantes da célula já tinham sido presos, durante operação "Fio do Arame". Polícia não descarta que ele esteja envolvido em sequestro de guarda municipal, no final de semana. (Foto: maranhão)
A operação “Fio do Arame”, que levou 10 integrantes de uma célula do PCC que comandava o tráfico de drogas na região Oeste à prisão na última semana, teve desdobramento na segunda-feira, com a prisão do “chefão” do grupo. Ele havia conseguido fugir na primeira ação, mas desta vez acabou detido na Favela do Pistão, no Jardim Bonança, em Osasco.

“Na estrutura da célula, ele era conhecido como ´geral do arame´ nome dado ao principal arrecadador e por quem o dinheiro passava por último antes de chegar ao comando”, explica o delegado Igor Alves Guedes de Oliveira, titular da Dise (Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes) e que comandou a operação. No momento da detenção, ele chegou a afirmar, aos investigadores, que arrecadava cerca de R$500 mil por semana.

De acordo com o delegado, a célula comandava cerca de 100 pontos de drogas, ligados ao PCC, em Osasco, Carapicuíba, Santana de Parnaíba, parte de Francisco Morato e ainda no bairro de Perus, na Capital. A operação também levou à prisão de um homem acusado de ter participado, no final de semana, do sequestro de um guarda e de sua namorada. O casal ficou 9h em cativeiro, sendo torturado e resgatado por guardas. Por isso, a polícia não descarga a participação do “geral do arame” também neste crime.

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