Quarta-Feira, 12 de Agosto de 2020

Polícia

23/07/2020 - 00:00 - Atualizado em 23/07/2020 - 00:00

Câmeras em fardas dos policiais militares vão custar quase R$ 7 milhões

Por Da redação / policia@webdiario.com.br
Estado de São Paulo

Câmeras em fardas dos policiais militares vai custar quase R$ 7 milhões

Câmeras em fardas dos policiais militares vai custar quase R$ 7 milhões (Foto: Divulgação/flickr governo do Estado de SP)
O governador João Doria anunciou, anteontem, a contratação de 2,5 mil novas câmeras portáteis por meio de um pregão internacional, sob investimento anual estimado de R$ 7 milhões. A Secretaria de Segurança Pública já conta com 585 câmeras corporais que passarão a ser usadas pela Polícia Militar a partir de agosto. “Todos terão a oportunidade de ver como funciona a bodycam no projeto denominado Olho Vivo. A utilização dos equipamentos tem como objetivo evitar eventuais abusos e registrar também desacatos e atos de violência cometidos contra policiais”, declarou o Governador.

“A iniciativa vai, sim, reduzir muito o nível de violência de poucos policiais que cometem excessos. Nós vamos preservar a maioria expressiva da PM, que cumpre seu dever e sua obrigação de forma exemplar”, destacou Doria. O edital com regras e procedimentos do pregão será publicado na edição desta quinta (23) do Diário Oficial do Estado.

A iniciativa vai ampliar o uso de câmeras portáteis durante o patrulhamento e garantir mais transparência às ações policiais. O sistema é similar ao já adotado pelas forças de segurança dos EUA. As gravações preservam a atuação dos policiais e os direitos individuais dos cidadãos, além de fortalecer a produção de provas judiciais. A Secretaria de Segurança Pública já conta com 585 câmeras portáteis. Um lote de 500 aparelhos foi obtido por parceria com a iniciativa privada e será usado nas ruas a partir do dia 1º de agosto, na Capital.

Com capacidade para captar som e imagens, as câmeras são acopladas aos uniformes dos policiais e acionadas em todas as abordagens, fiscalizações, buscas, varreduras, acidentes e demais interações com o público. Os dados são registrados em um sistema de armazenamento na nuvem e podem ser acessados remotamente por autoridades de segurança e judiciais sempre que necessário.