Grito de socorro e agressão: Assistente do Ratinho relata momento de terror

 Grito de socorro e agressão: Assistente do Ratinho relata momento de terror

Imagem: Reprodução/Instagram

Assistente do Ratinho, Rhenata Schmidt relatou em depoimento à polícia os momentos de terror que viveu com o ex-namorado, o policial civil Erik Becker, a quem acusa de violência doméstica e que foi preso na manhã de ontem. O episódio teria ocorrido após a volta de uma viagem. O boletim de ocorrência foi registrado em 31 de agosto, três dias depois das supostas agressões físicas e verbais.

Segundo a assistente do SBT, o ex ficou alterado ao acusá-la de traição, além de xingá-la. O fato teria sido testemunhado por vizinhos.

“Erik passou a ofendê-la com impropérios de ‘vagabunda’ e, em seguida, arremessou um dos celulares da declarante contra a parede o quebrando. (…) Esclarece que a Polícia Militar foi acionada por moradores do prédio, que escutaram o entrevero entre o casal e a declarante gritando por ‘socorro’ no momento em que ela saiu do apartamento.

Em seguida, do lado de fora do apartamento, Erik teria a agredido fisicamente, puxando-a pelos cabelos. Rhenata alegou que sentiu dores por dois dias após esta agressão. À polícia, ela disse que o ex trancou a porta e escondeu as chaves. Neste momento, então, a assistente diz que ele ameaçou matar o seu animal de estimação:

A declarante estava com bastante medo de Erik e gritava por socorro, momento este que ele pegou uma ave de estimação da declarante e ameaçou tirar a vida do animal caso ela insistisse em continuar gritando por ajuda.

Ex se trancou no banheiro

Na sequência, o policial teria começado a chorar e mostrou um vídeo íntimo, durante uma relação sexual, com uma ex-namorada enquanto dizia que ela o havia prejudicado. O policial ainda teria ameaçado tirar a própria vida, trancando-se no banheiro e ingerindo um medicamento supostamente para depressão.

A polícia militar teria chegado à residência e Rhenata afirma que relatou tudo o que havia ocorrido. A assistente teria dito às autoridades que o ex era policial civil e que por isso estava armado.

“Erik se aproximou da declarante e tentou diálogo, mas a declarante se negou a conversar e disse para ele retirar os seus pertences do apartamento” afirmou ela o depoimento.

Documentos e objetos pessoais levados Ela ainda diz que, após o ex deixar o apartamento, notou que itens pessoais dela teriam sido levados, como todos os documentos — incluindo passaporte —, dois aparelhos celulares, fone de ouvido no valor de R$ 1.500, casacos e botas de luxo, filmadora GoPro, máquina de cartão de crédito e estoque de bonés avaliado em R$ 8 mil.

Depois deste episódio, a assistente solicitou medidas protetivas e não retornou mais ao apartamento. (uol.com.br)

Da Redação