• 16/04/2021

Hospital Geral de Itapevi e de Carapicuíba estão com 100% dos leitos UTI ocupados

 Hospital Geral de Itapevi e de Carapicuíba estão com 100% dos leitos UTI ocupados

O Hospital Geral de Carapicuíba e também o de Itapevi não têm mais leitos de UTI para atender pacientes com Covid-19. Os dados foram exibidos em reportagem no SPTV, da TV Globo, nesta terça-feira, 26. Ainda conforme a reportagem é de 71% a taxa geral de ocupação de leitos em Unidade de Terapia Intensiva no estado e na Grande São Paulo. Esta é a segunda vez que o Hospital Geral de Itapevi atinge sua ocupação máxima de leitos de UTI. A primeira aconteceu no dia 6 de janeiro.

Até ontem, o estado de São Paulo tinha 13.541 pacientes internados com suspeita ou confirmação de Covid-19, sendo 7.471 em enfermaria e outros 6.070 em unidades de terapia intensiva (UTI). Há 15 dias seguidos, segundo dados divulgados pela Secretaria Estadual da Saúde, tem sido registrado aumento de casos. A taxa de ocupação dos leitos de UTI é de 71%, tanto na Grande São Paulo quanto na média geral do estado.

Esses números levaram o governador João Doria a decretar fase vermelha nos 645 municípios paulistas aos finais de semana e em dias úteis a partir das 20h. Somente serviços essenciais podem funcionar. A superlotação da UTI nos hospitais do estado em Itapevi e Carapicuíba coloca em xeque a decisão dos prefeitos da região Oeste (dentre eles Osasco, Carapicuíba, Barueri, Itapevi, Parnaíba, Cotia e Pirapora) em elaborar estudo para mostrar ao governador que região pode ficar na fase laranja aos finais de semana.

A meta é convencer Doria a permitir a abertura de lojas de comércio, shoppings, bares e restaurantes aos sábados e domingos. O estudo técnico com levantamento de leitos de UTI e total de novos casos deve ser apresentando ao governador na próxima segunda-feira, 1º de fevereiro.

Recentemente, o prefeito de Itapevi, Igor Soares, disse que não faltará leito de UTI na cidade. Ele havia acertado com a rede particular a reserva de leitos e também teria formas de abrir novos leitos caso fossem necessários. Igor chegou a afirmar que “os moradores podem ficar tranqüilos porque não faltaria leitos e oxigênio aos moradores”, em referência ao colapso da Saúde em Manaus.