Mulher e filhos de Jô, do Corinthians, são impedidos de entrar em restaurante

 Mulher e filhos de Jô, do Corinthians, são impedidos de entrar em restaurante

Foto: Reprodução/ Instagram @jooficial7

Era pra ser apenas um almoço de domingo, 1º de maio, antes de seguir para uma partida de futebol. Mas Claudia Silva, mulher do jogador de futebol Jô, do Corinthians, acabou denunciando o restaurante Tatu Bola, no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo. Acompanhada pelos dois filhos, Pedro e Miguel, de 8 e 5 anos, a empresária foi impedida de entrar no local.

“Não deixaram a gente entrar porque estamos com blusa de time. Agora é crime? Eu, como esposa de um jogador estou denunciando esse restaurante por constrangimento. Família de jogador agora está proibida de ter vida social”, disse ela.

Em suas redes sociais, o centroavante do Timão fez um desabafo sobre a situação que sua esposa e filhos passaram:
‘Hoje, no Dia do Trabalho, enquanto eu estava trabalhando e cumprindo minhas obrigações, minha família, razão de tudo, passou por um momento lamentável”, iniciou ele.

“Minha esposa, meus filhos e amigos foram impedidos de entrar para almoçar em um restaurante da rede Tatu Bola Bar. O motivo? Pasmem! Eles estavam usando a blusa do time pelo qual eu jogo, pois iriam me assistir logo depois”, disse .

O atleta seguiu seu desabafo destacando que a camisa de time é característica de sua profissão e não tem nenhuma conotação criminosa.

“Um médico usa seu jaleco com orgulho, um defensor civil usa seu uniforme com orgulho, mas quando falamos de futebol, um famíliar não pode usar o uniforme do trabalho do pai? O que está acontecendo com o mundo? Não é o que fala, é como fala. Não é o que faz, é como faz!”, destacou.

Jô ainda enfatizou que não deixará passar e tomará providências legais: “As brigas são culpa das pessoas e seus desequilíbrios e não das roupas. Estamos no século 21 e podemos ir e vir, pelo menos teoricamente. Façam comigo, mas não façam com a minha família, por isso não passará impune. Para que esse fato seja exemplo para os estabelecimentos de como não agir com seus clientes, e para que outras famílias não sintam e passem pelo que minha família passou hoje. Sejam humanos, só assim teremos um mundo melhor e um futebol com menos ódio’.

Até o fechamento desta matéria, o restaurante não havia se pronunciado sobre o caso. (ofuxico.com.br)

Da Redação