“Não queremos nada feio para Barueri”, diz vice-prefeito

 “Não queremos nada feio para Barueri”, diz vice-prefeito

A prefeitura de Barueri está fazendo uma verdadeira ‘limpeza’ quando o assunto é imóveis abandonados. O objetivo para essa remodelação no visual são três: deixar a cidade mais bonita, oferecer mais segurança aos moradores e melhorar a mobilidade dela. Exemplo disso é a obra de ligação à avenida Café do Ponto.

Em execução a partir de outubro de 2020, a obra de ligação da avenida Mario Sadanori Doi (mais conhecida como Café do Ponto) à ponte Antonio Macedo Arantes tem previsão de entrega até o final deste ano. A via é paralela à rodovia Castello Branco, na altura do km 26, e foi planejada pela prefeitura de Barueri, por meio da Secretaria de Obras, para facilitar o acesso direto do Jardim dos Camargos (bairro Boa Vista) com a alameda Tocantins, em Alphaville.  

Paralelamente a esses serviços, a prefeitura demoliu um imóvel que havia no local onde está sendo aberta a nova avenida. “Desapropriamos e derrubamos um prédio antigo que era uma obra muito feia para a cidade. Não queremos nada feio para Barueri”, explicou o secretário de Obras e vice-prefeito, Beto Piteri, referindo-se à construção particular de um cemitério vertical em terreno que teria ainda um crematório – projeto que não chegou a ser totalmente desenvolvido.

Além disso, a prefeitura também está pondo um fim em um conjunto de prédios inacabados e que trazia insegurança aos moradores e comerciantes do entorno da rua Domingos Crudo, no Centro. São três edificações construídas há vários anos por uma empresa privada e não finalizadas. Segundo a administração municipal, as estruturas foram se deteriorando com o tempo, comprometendo ainda a paisagem do local.

A Secretaria de Obras começou a demolir os três prédios em abril e deverá concluir a ação neste mês. “Vamos, primeiramente, recuperar a área e fazer uma remodelação no local. A prefeitura vai tirar aquele ‘mausoléu’ do Centro, para deixar a cidade mais bonita”, completou o secretário de Obras.

Originalmente, o local daria lugar a um conjunto habitacional, que não chegou a ser finalizado por problemas com a construtora da obra. Depois do trabalho de demolição concluído, haverá a execução de um levantamento topográfico, que é o mapeamento de todas as características da superfície do terreno.

Só depois da conclusão desse levantamento é que a prefeitura terá condições para decidir qual tipo de equipamento público poderá ser feito ali. Calcula-se que depois de tudo demolido haverá cerca de 2.700 metros cúbicos de entulho.

Da Redação