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1538 presos não retornam da "saidinha temporária" e Derrite pressiona Senado

Divulgação

Da redação     -
16 de janeiro de 2024

O secretário de Estado da Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, voltou a defender o fim da “saidinha temporária” de presos em datas especiais como Dia das Mães, Natal e Ano Novo.

Além de secretário no governo de Tarcísio de Freitas, Derrite também é capitão da Polícia Militar e deputado federal eleito por São Paulo desde 2019. É dele a autoria do projeto de lei que pede o fim da “saidinha temporária”.

O projeto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados em Brasília e seguiu para apreciação do Senado Federal, onde tramita sem data para votação em plenário.

Dos 33 mil beneficiados com a medida em 2023, um total de 1.538 não retornaram para a cadeia. As penas somadas ultrapassam 16 anos de detenção. São bandidos condenados por roubo, tráfico de drogas, furto, receptação e homicídio.

Derrite defende também o fim das Audiências de Custódia. Quando uma pessoa é presa em flagrante pela polícia, ou Guarda Municipal, a detenção tem que ser avaliada por um juiz em Audiência de Custódia. Ele irá decidir se o suspeito será detido temporariamente, ou liberado para responder em liberdade.