18 de julho de 2024 11:47

Primeiro "ponto de ônibus digital" está em fase de teste em Osasco
Santana de Parnaíba inicia comemorações ao dia de Santa Ana
Água jorra a 5m de altura após rompimento de adutora
Motorista larga ônibus com passageiros na Raposo Tavares e vai para casa
Cães sem água e sem comida há dias são resgatados em Osasco
Prefeitura de Osasco faz testagem de hepatites B e C

18 de julho de 2024 11:47

Primeiro "ponto de ônibus digital" está em fase de teste em Osasco
Santana de Parnaíba inicia comemorações ao dia de Santa Ana
Água jorra a 5m de altura após rompimento de adutora
Motorista larga ônibus com passageiros na Raposo Tavares e vai para casa
Cães sem água e sem comida há dias são resgatados em Osasco
Prefeitura de Osasco faz testagem de hepatites B e C
Assembleia aprova fim da CDHU e demissão de 5.600 servidores

(Divulgação)

Da redação     -
14 de outubro de 2020

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) aprovou, no início da madrugada de quarta-feira (14), o texto-base do pacote de ajuste fiscal para 2021 que dentre as principais mudanças inclui a extinção da CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano) e da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo, além de autorizar o governo do estado a demitir cerca de 5,6 mil servidores públicos.

O governo alega que o pacote de ajuste fiscal é necessário para conter um rombo de R$ 10,4 bilhões no orçamento de 2021. A proposta também aumenta impostos e extingue outros órgãos públicos. Os três deputados estaduais da região votaram de forma distinta. Cezar (PSDB) e Ataíde Teruel (Podemos) votaram a favor.

Já Emidio de Souza (PT) foi contra. Assim que terminou a sessão, Emidio recorreu às redes sociais para desabafar seu descontentamento. Em uma postagem no Twitter, ele classificou a aprovação desmonte do Estado.

“Nós da oposição conseguimos 36 votos, alguns deputados mudaram de posição na última hora. A deputada Janaína Paschoal e o deputado Rafael Silva, e criaram condições para a vitória do governo nesse projeto. É bom que as pessoas saibam a responsabilidade que cada um teve. Para viabilizar a aprovação o governo retirou algumas empresas, instituições do projeto, mas o prejuízo está dado para o povo de São Paulo, o que é lamentável, mas nós lutamos e vamos continuar lutando até o fim”.