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Caminhoneiro diz que não fez greve para não servir de “boi de piranha” para político

Da redação     -
05 de dezembro de 2025

Caminhoneiro Mano Dutra gravou vídeo para justificar porque se recusou a aderir a greve da categoria, programada para o último dia 4. Segundo ele, o setor sequer recebeu a pauta de reivindicações.

Ele não sabia o motivo da paralisação. Se iriam parar para pedir reajuste no preço do frete, reclamar do valor do óleo diesel, repudiar o tratamento humilhante sofrido pelos motoristas nos embarcadores, ou se a questão era política.

Mano Dutra trabalha há dez anos no ramo e disse que “tem boletos para pagar e não seria boi de piranha novamente”, em referência à possibilidade da greve ser em represália à prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro condenado a 27 anos por tentativa de golpe de estado.

Já o termo “boi de piranha” é uma expressão popular que se refere a alguém ou algo sacrificado para proteger ou livrar outros mais importantes de um risco, problema ou culpa.

Na pauta de reivindicações não estavam nenhum dos motivos elencados por Mano Dutra. Segundo a liderança a manifestação iria pedir estabilidade contratual, cumprimento das leis, reestruturação do Marco Regulatório do Transporte de Cargas e aposentadoria especial de 25 anos de trabalho.

A greve teve pouca adesão e foi considerada um fiasco. O tamanho do movimento já era apontado como incerto antes mesmo da deflagração, havia divergências entre entidades que representam os transportadores de cargas, muitos eram contrário.

Para Mano Dutra, se o motivo for político, ele só para se todos os setores pararem. “Que todos tirem a bunda da cadeira”, finalizou. A última grande paralisação da categoria aconteceu em 2018, durante o governo de Michel Temer (MDB) contra reajustes frequentes nos preço do óleo diesel. Durou 10 dias.