17 de abril de 2026 18:51

Bandido assalta mulheres com crianças no colo em Carapicuiba
Com ingressos esgotados, Osasco encara Minas em último jogo de Brait no Liberatti
Oscar Schmidt morre após passar mal e ser levado às pressas para o Hospital Municipal de Santana de Parnaíba
Lau Alencar diz que Lins será sua “única dobrada” em Osasco
Kassab nega que sexualidade de Eduardo Leite pesou na escolha de Caiado para disputa a presidente
Polícia descobre desmanche de veículos roubados e enche três caminhões com peças e carcaças

17 de abril de 2026 18:51

Bandido assalta mulheres com crianças no colo em Carapicuiba
Com ingressos esgotados, Osasco encara Minas em último jogo de Brait no Liberatti
Oscar Schmidt morre após passar mal e ser levado às pressas para o Hospital Municipal de Santana de Parnaíba
Lau Alencar diz que Lins será sua “única dobrada” em Osasco
Kassab nega que sexualidade de Eduardo Leite pesou na escolha de Caiado para disputa a presidente
Polícia descobre desmanche de veículos roubados e enche três caminhões com peças e carcaças

Com 737 mortes em intervenções policiais, Emidio acusa Tarcísio de implantar "política da morte"

Divulgação

Da redação     -
09 de janeiro de 2025

O aumento de 60% nos casos de mortes por intervenção policial em 2024, fez o deputado estadual, Emidio de Souza (PT), usar suas redes sociais para classificar como “política da morte” o governo Tarcísio de Freitas.

Entre janeiro e dezembro do ano passado foram 737 pessoas mortas durante ocorrência policial, de acordo com a postagem do parlamentar.

O deputado também atribuiu ao secretário da Segurança Pública, Guilherme Derrite, a alta nos números. Segundo o Ministério Público isso significa em aumento de 60% nos casos em 2024 na comparação com 2023 e 86% em relação a 2022.

Os mesmo índices também foram divulgados pelo Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp) do Ministério da Justiça.

A diretora-executiva do Instituto Sou da Paz e membro do Conselho Consultivo em Assuntos de Desarmamento da Organização das Nações Unidas (ONU), Carolina Ricardo, disse que isso é reflexo do discurso violento do governo.

O governador chegou a dizer que “a polícia precisava partir para cima da bandidagem’” e, em outro momento, “que não iria deixar barato para ninguém’ e que a “sociedade civil e os direitos humanos poderiam ir para a ONU, ou para o raio que o parta”.

A Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo rebate e alega que “nos dois primeiros anos da atual gestão (2023 e 2024) houve redução de 32,2% nas mortes em decorrência de intervenção policial, se comparado aos dois primeiros anos da gestão anterior (2019 e 2020)”.