Pietro Maschio, copresidente do Conegliano, time de vôlei feminino da Itália, fez duras críticas à estrutura do último Mundial de Clubes sediado no Brasil, em 2025.
Segundo ele, a equipe “pegou pulgas” no país e a quadra “era vergonhosa”. A competição foi realizada em São Paulo e sediada no ginásio do Ibirapuera. O time de Osasco ficou em terceiro lugar após vencer o Praia Clube. Já a final foi disputada entre o times italianos Scandicci (campeão) e Conegliano.
O comentário de Pietro foi feito, neste domingo (3), após a derrota do Conegliano para o Vakifbank Istambul, da Turquia. O dirigente “comemorou” o fato do resultado ter tirado as possibilidades da equipe disputar o Mundial pelo segundo ano consecutivo.
A críticas não pararam por aí. Para Pietro Maschio disputar o Mundial é um “fardo”. O clube pediu desculpas pela fala do copresidente.
Do Mundial deste ano participam os clubes VakıfBank e Eczacıbaşı (Turquia); Osasco e Sesi Bauru (Brasil); NEC Red Rockets (Japão) e Nakhon Ratchasima (Tailândia) e Coronelas de Durango (México).
A sede da edição de 2026 ainda não foi confirmada oficialmente.
Após receber o torneio em 2025, São Paulo surge novamente como forte candidata, prometendo uma organização ainda maior para o evento.
O nível técnico promete ser altíssimo, com estrelas internacionais como Antropova, Boskovic, Markova, Ebrar Karakurt, Ishikawa, Stysiak, Uzelac e Güneş cotadas para disputar a competição.
Disputado desde 1991, o torneio coroa o melhor time do mundo na modalidade com representantes da América do Sul, Europa, Ásia e África.