19 de julho de 2026 22:38

Prefeitura de Carapicuíba faz mutirão de serviços públicos no Ariston neste sábado
Korea Fest Brasil reúne gastronomia e cultura coreana com entrada gratuita
Vítimas de acidente na Avenida Marginal do CSU podem perder as pernas
PM prende traficante com 1740 porções de drogas em apartamento da CDHU de Itapevi
Acidente grave deixa dois feridos na Avenida Marginal do CSU em Carapicuíba
Carapicuíba terá mais de 2 mil câmeras de monitoramento, diz prefeito

19 de julho de 2026 22:38

Prefeitura de Carapicuíba faz mutirão de serviços públicos no Ariston neste sábado
Korea Fest Brasil reúne gastronomia e cultura coreana com entrada gratuita
Vítimas de acidente na Avenida Marginal do CSU podem perder as pernas
PM prende traficante com 1740 porções de drogas em apartamento da CDHU de Itapevi
Acidente grave deixa dois feridos na Avenida Marginal do CSU em Carapicuíba
Carapicuíba terá mais de 2 mil câmeras de monitoramento, diz prefeito

Délbio diz que é “mimimi” chamar morte de 27 no Rio de chacina

(Foto Caio Henrique)

Da redação     -
18 de maio de 2021

A operação da polícia no Morro do Jacarezinho, no Rio de Janeiro, que aconteceu no dia 6 de maio e deixou 28 mortos, entre eles um policia civil, foi parar na tribuna da Câmara de Osasco. Durante sessão desta terça-feira (18) o vereador Délbio Teruel (DEM) apresentou Moção de Pesar pela morte do policial civil André Farias, baleado na cabeça por um disparo de fuzil durante a ação na favela carioca.

O parlamentar afirmou que ação no Morro não deve ser chamada de chacina. “Fico ouvindo muita gente falando que foi chacina. Isso não é chacina. É enfrentamento à polícia e tem que reagir. Não está se lidando com gente boa ou com jovenzinho que não tem experiência com o crime. A gente sabe que tipo de gente está se lidando nesse Morro do Jacarezinho. Gente com fuzil que atira na polícia e quem atira na polícia tem que ter o que? Uma resposta à altura”.

Délbio ainda ressaltou que a polícia não deve ser culpada pelos mortos durante a operação e criticou a imprensa por chamar a ação de chacina. “As pessoas falam que a polícia é sempre culpada, mas a polícia tem que agir com energia. Não dá para chegar no morro e ser recebido com bala na cabeça? Quer o quê? Que a polícia entre no morro com um buquê de flores? A gente tem que ter mais consciência, parar de mimimi e parar de falar que é chacina. Queria ver um repórter ou editor que fala que é chacina entrar lá com a polícia com granada e fuzil”, completou.