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“É algum crime ser eleito prefeito seis vezes?”, questiona Furlan

(Foto Luciano Benazzi)

Mari Magdesian    -
03 de novembro de 2020

A pergunta foi feita pelo prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PSDB), à reportagem do jornal Estado de S.Paulo em matéria publicada nesta terça-feira,3. Furlan está em seu quinto mandato e deve ser facilmente reeleito este ano. De acordo com pesquisa, divulgada semana passada, ele tem 70% das intenções de voto.

Os demais candidatos mal chegam a dois dígitos. Os adversários, seis ao todo, batem quase que de forma unânime na tecla da manutenção de mesmo grupo político na cidade há quase quatro décadas, já que Furlan quando não pode ser candidato conseguiu eleger seu sucessor, um deles foi Gil Arantes. Dentre os seis candidatos que pediram mudança estavam Mari Tavelli (PSB); Reinaldo Monteiro (PROS), Júlio Leal (PMN) e Capitão Ataliba (Podemos).

Todos, sem exceção, apoiaram o fim do que chamam “oligarquia reinante”. Falas que podem ser atribuídas, mas com menor ênfase, ao professor Balde (PSOL) e o Baltasar Rosa (PT). Ambos se colocaram como uma alternativa da esquerda aos eleitores. Já Júlio Leal seria a opção da direita e como, ele mesmo, se define “conservadora”. Em entrevista ao Diário da Região, Furlan respondeu explicando que todos os seus mandatos foram obtidos por meios democráticos. “Eu me submeto à apreciação dos eleitores a cada quatro anos. Eles me escolhem para administrar a cidade”.

Mari Tavelli é uma das que defende arduamente a alternância no poder. “Gosto do Furlan e apoiaria ele para o Senado, mas prefeito já deu. É preciso mudar”. Furlan já foi cotado para disputar o governo do estado de São Paulo pelos tucanos e, tempos atrás, tinha o sonho de ser senador.  Engrossam a fileira do “tem que sair”, os candidatos Júlio Leal e Reinaldo Monteiro. Aliado ao desejo pela cadeira de Furlan na prefeitura está a vontade de poder administrar um município que tem R$ 3,3 bilhões de orçamento para uma população de 270 mil habitantes.

Osasco com quase 800 mil tem quase o orçamento. Mas, enquanto seis fazem campanha para desbancar Furlan nas urnas e condenam o que chamam de “oligarquia” (manutenção do mesmo grupo político no poder), o prefeito deixa um recado: “O Rubinho está enlouquecido para o pai sair e ele entrar”. Para um bom entendedor “meio Furlan” basta. Na fila ainda tem outro nome, o de Bruna Furlan, em seu terceiro mandato como deputada federal, emplacando fácil 100 mil votos na ultima eleição. Até hoje nenhuma mulher governou Barueri. No momento, Bruna só tem olhos para Belinha, recém-nascida e mais novo integrante do clã Furlan.