19 de maio de 2026 07:29

Alunos da rede municipal vão receber jaquetas de inverno, anuncia Guto Issa
Bruna Furlan anuncia implantação da primeira Fatec da Saúde em Barueri
Incêndio destrói casa em Araçariguama; moradores foram resgatados com vida
Preso líder de quadrilha que assaltava canetas emagrecedoras de farmácias de Osasco e Barueri
Você viu isso? Carro destrói ponto de ônibus na Estrada da Roselândia
Cotia abre processo seletivo para contratação temporária na Saúde

19 de maio de 2026 07:29

Alunos da rede municipal vão receber jaquetas de inverno, anuncia Guto Issa
Bruna Furlan anuncia implantação da primeira Fatec da Saúde em Barueri
Incêndio destrói casa em Araçariguama; moradores foram resgatados com vida
Preso líder de quadrilha que assaltava canetas emagrecedoras de farmácias de Osasco e Barueri
Você viu isso? Carro destrói ponto de ônibus na Estrada da Roselândia
Cotia abre processo seletivo para contratação temporária na Saúde

Emidio diz que brasileiro “se não morre pelo vírus, morre pela fome“

Divulgação

Da redação     -
28 de setembro de 2021

Morreu na segunda-feira (27), Geisa Sfanini, de 32 anos, que teve 90% do corpo queimado no dia 2 de setembro após uma explosão em sua casa na rua David Jarawan, no Jardim Bussocaba, em Osasco. A explosão foi causada pelo uso de álcool para cozinhar. Sem dinheiro para comprar gás, ela improvisou um lugar para aquecer o jantar. Usou tijolos e uma lata com produtos inflamáveis em cima do fogão.

Após a notícia da morte da moradora de Osasco, o deputado estadual Emidio de Souza (PT) desabafou e culpou o presidente Jair Bolsonaro pelo “sofrimento que seu governo causa ao povo”. “Revoltante! Uma moradora de Osasco que se feriu gravemente ao esquentar a mamadeira do seu bebê com álcool morreu. Isso é um crime! Bolsonaro deve responder pelo sofrimento que seu governo causa ao povo. Se não morre pelo vírus, morre pela miséria, pela fome”, divulgou em suas redes sociais.

Hoje, em alguns lugares, o preço do botijão de gás chega a R$ 110. Geisa Stefanini e o filho viviam em um quarto e cozinha que era pago pela prefeitura de Osasco, através de um programa de bolsa aluguel, destinado às famílias em situação de vulnerabilidade social.

Ela estava desempregada e sustentava a criança com cerca de R$ 375 que recebia do Programa Bolsa Família, do governo federal, além de bicos como vendedora de perfume, de acordo com os relatos da vizinhança da casa onde morava.

Nesta terça-feira (28), Emidio também criticou os mil dias de governo de Jair Bolsonaro e disse que o presidente “levou a população à miséria”. “Os 1000 dias do governo Bolsonaro podem ser resumidos numa só palavra: DESTRUIÇÃO. Atentou contra a vida, violou direitos, acabou com a soberania nacional e levou a população à miséria. O Brasil é maior que Bolsonaro e felizmente esse pesadelo está perto do fim”, completou se referindo às eleições do ano que vem, quando o PT deve lançar o ex-presidente Lula como candidato a presidente.