17 de julho de 2024 12:45

Cães sem água e sem comida há dias são resgatados em Osasco
Prefeitura de Osasco faz testagem de hepatites B e C
Veja imagem de ladrões de se rendendo após perseguição pela GCM
Bairros da Zona Norte vão ganhar três pontes em agosto
Ecopontos recolhem mil toneladas de resíduos por mês
"Carga Segura" vistoria 35 caminhões e multa 10 motoristas

17 de julho de 2024 12:45

Cães sem água e sem comida há dias são resgatados em Osasco
Prefeitura de Osasco faz testagem de hepatites B e C
Veja imagem de ladrões de se rendendo após perseguição pela GCM
Bairros da Zona Norte vão ganhar três pontes em agosto
Ecopontos recolhem mil toneladas de resíduos por mês
"Carga Segura" vistoria 35 caminhões e multa 10 motoristas
Empresário de Parnaíba tinha R$ 9,5 milhões em gavetas

(Divulgação)

Da redação     -
02 de outubro de 2020

O Ministério Público de São Paulo, a Receita Federal e Secretaria Estadual da Fazenda deflagraram nesta quinta-feira (1°) uma operação contra um suposto esquema de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro envolvendo cinco grandes distribuidoras de medicamentos. Além das cinco distribuidoras, duas redes varejistas e uma associação nacional de distribuidoras de remédios são alvos da operação.

Na residência de um dos alvos, sócio de uma rede de farmácias, em Santana de Parnaíba, a polícia divulgou que encontrou R$ 8 milhões em quatro gavetas de um armário. Durante a tarde desta quarta-feira (1º) os policiais encerraram a contagem do dinheiro que chegou ao montante de R$9.525.250,00.

A investigação aponta que as fraudes causaram um prejuízo de R$ 10 bilhões aos cofres públicos nos últimos seis anos. Na casa de um outro alvo, os investigadores encontraram R$ 200 mil em sacos de lixo. O montante teria sido descartado após a chegada dos policiais.

Foram cumpridos 88 mandados de busca e apreensão em empresas e na residência de pessoas ligadas aos esquemas na capital paulista, em cidades da Grande São Paulo e nas regiões de Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Marília, Piracicaba e Campinas. Também foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos estados de Goiás e Minas Gerais. A Justiça determinou o sequestro de 17 imóveis.

Segundo o MP, a investigação começou em 2017 com a deflagração da 1ª fase da Operação Monte Cristo, que tinha como alvo a rede de farmácias Farma Conde, com lojas na região do Vale do Paraíba. Na ocasião, foram assinados acordos de colaboração premiada com alguns dos investigados, que renderam confissões e pagamentos de débitos fiscais estaduais e federais no valor de R$ 340 milhões.

Em nota, a rede de farmácias FarmaConde disse que na ocasião prestou “os devidos esclarecimentos às autoridades de maneira a esclarecer a verdade dos fatos” e que “a empresa não faz parte do grupo de empresas investigadas nesse momento e que não guarda qualquer vínculo com tais empresas”. (g1.com.br)