12 de março de 2026 11:18

Proprietário flagra ladrão dentro da casa e vizinhos ajudam a prender o malandro
Polícia investiga estupro coletivo de garoto de 12 anos em banheiro de escola
Traficante usa moto de entrega para transportar 5 tijolos de maconha
Canil do 5º BAEP apreende 17 kg de drogas no “Muro do Pó” em Osasco
Testemunha viu menino com capuz atear fogo para interditar rua e incendiar ônibus no Santa Maria
Ônibus é apedrejado no Santa Maria; há indícios de ser represália por morte de rapaz pela PM

12 de março de 2026 11:18

Proprietário flagra ladrão dentro da casa e vizinhos ajudam a prender o malandro
Polícia investiga estupro coletivo de garoto de 12 anos em banheiro de escola
Traficante usa moto de entrega para transportar 5 tijolos de maconha
Canil do 5º BAEP apreende 17 kg de drogas no “Muro do Pó” em Osasco
Testemunha viu menino com capuz atear fogo para interditar rua e incendiar ônibus no Santa Maria
Ônibus é apedrejado no Santa Maria; há indícios de ser represália por morte de rapaz pela PM

Esquema cobrava R$150 por tomografia no Centro de Diagnóstico de Barueri

Divulgação

Da redação     -
17 de agosto de 2023

Nesta quinta (17), Milton Monti, secretário municipal da Saúde de Barueri, enviou ao Ministério Público as provas da fraude envolvendo a “venda” de exames no Centro de Diagnóstico da prefeitura. A Polícia Civil também receberá os documentos.

O esquema foi divulgado nesta semana, durante coletiva de imprensa, e praticava preços bem abaixo do mercado. Uma tomografia, por exemplo, custava R$ 150,00.

A denúncia inicial foi feita por JGS, que relatou ter ido ao Centro de Diagnósticos em 9 de agosto para realizar exames. Durante sua visita, ela fez um comentário a outra paciente de que o local parecia bonito e que o exame não lhe pareceu caro.

A pessoa então explicou que o equipamento era de propriedade da Prefeitura e os exames deveriam ser gratuitos. JGS relatou que, para ter acesso às tomografias, foi orientada a fazer um pagamento através de uma transferência bancária (PIX) por alguém associado ao gabinete de um vereador de Ibiúna, com um custo de R$ 150 cada uma delas. Outro caso relatado envolve uma paciente que teria sido atendida no mesmo equipamento de saúde, usando um endereço inexistente e com a utilização de uma guia manual.

A Secretaria já identificou uma moradora da cidade, capturada pelas câmeras de segurança, que supostamente estava vendendo exames dentro do Centro de Diagnósticos. O Ministério Público e a Polícia irão investigar quantas pessoas participaram desse esquema até agora.

“É inaceitável vender um exame que é gratuito”, disse o secretário da Saúde. Milton Monti disse que as provas são robustas e indicam crime e desvio funcional.