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Facção tenta regatar mais um preso no caso do cemitério clandestino

Da redação     -
07 de março de 2022

Mais um foi preso no caso do cemitério clandestino, onde cinco corpos foram localizados, em janeiro, em Carapicuíba.

A equipe do 1° DP, chefiada pelo delegado titular Marcelo José do Prado, prendeu em Cotia o 5° envolvido no caso, conhecido como Adidas.

Até agora já foram detidos Rincón (coordenador do esquema); Irmão da morte (que matava as vítimas), Tico (que cuidava das armas) e Véio (que era o que abria as covas).

Adidas tem 8 homicídios em sua ficha criminal. Foi condenado por um deles, cumpriu 13 anos de prisão e estava em regime aberto.

Assim que soube da prisão em Cotia, o PCC tentou montar esquema para resgatar Adidas.

A armação foi descoberta pelos investigadores que providenciaram a transferência para Carapicuíba, sob forte esquema de escolta e, na sequência, para um presídio de segurança máxima.

No cemitério do crime eram enterradas pessoas em “dívida” com o PCC. Vítimas que não cumpriram com as regras da facção.

No local foram encontrados cinco corpos. Um deles da escrivã de polícia assassinada em 13 de janeiro. Ele foi abordada na favela do 21 e deve ter sido morta por ser policial.