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Gabbardo defende uso emergencial da CoronaVac

(Divulgação)

Da redação     -
04 de dezembro de 2020

Secretário-executivo do Centro de Contingência do combate ao coronavírus no Estado de São Paulo, João Gabbardo defendeu, nessa quinta-feira, 3, durante coletiva de imprensa no Palácio dos Bandeirantes, o uso emergencial Da CoronaVAc. Segundo ele, os parâmetros mínimos definidos pela Anvisa devem ser alcançados pela vacina ainda este mês.

“No momento em que o Instituto Butantan entregar os resultados da Fase 3, previsto para o dia 15, a vacina estará técnica e formalmente apta a ser utilizada em caráter emergencial. Todos os requisitos anunciados pelo Ministério [da Saúde] para que uma vacina seja utilizada em uso emergencial estarão cumpridos pela vacina do Butantan. Então, no meu entendimento, ela já poderá ser utilizada para os grupos prioritários”.

Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan, acredita que a CoronaVac possa receber o registro definitivo da Anvisa, mas Gabbardo prefere não aguardar. “O doutor Dimas ainda confia e tem a expectativa de que seja feito o registro até janeiro. Isso será ótimo, mas insisto que, se isso não ocorrer, nós preenchemos todos os requisitos necessários para sua utilização do uso emergencial em janeiro”, reforçou Gabbardo.

Sobre o início da vacinação o governador João Doria foi enfático. “Em janeiro vamos iniciar a imunização dos brasileiros de São Paulo”. Na próxima segunda-feira, 7, Doria vai apresentar o Programa Estadual de Imunização. “Vamos informar cronograma, setores que serão priorizados, volume de vacinas, regiões, áreas, logística, segurança, todos os processos”. Segundo o governo o Programa Estadual de Imunização está pronto há cerca de 20 dias.

Na quinta-feira, 3, o estado recebeu 600 litros a granel da vacina Coronavac, correspondente a um milhão de doses, enviadas pela farmacêutica chinesa Sinovac ao estado. Esta é a segunda remessa a chegar no país, sendo a primeira de 120 mil doses prontas recebida no dia 19 de novembro. Ao todo serão 46 milhões de doses, sendo 6 milhões já prontas para aplicação e 40 milhões em forma de matéria-prima para produção, envase e rotulagem em fábrica própria do Instituto Butantan.