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Estado vai pedir uso emergencial de vacina contra Covid

(Divulgação)

Da redação     -
09 de dezembro de 2020

O governo de São Paulo vai solicitar à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) o registro para uso emergencial e regular da CoronaVac, vacina contra o coronavírus produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan. Segundo o secretário estadual da Saúde, Jean Gorinchteyn, o pedido deverá ser feito nos próximos dias.

“Vamos pedir o registro emergencial e o regular, esse sim demora 60 dias. Temos que ter uma avaliação compassiva, é o que os outros países da Europa, especialmente o Reino Unido, mesmo os Estados Unidos para uso de algumas medicações, fez uso compassivo, é a compaixão, é isso que vai fazer uma força-tarefa de analisar isso e liberar de uma forma muito mais célere. Nós temos prioridade, a prioridade hoje é a vacina”, defendeu o secretário em entrevista à GloboNews na manhã desta terça-feira, 8.

O “uso emergencial” é diferente do “registro sanitário”, que é a aprovação completa para uso de um imunizante. O registro definitivo depende de mais dados e da conclusão de todas as etapas de teste da vacina. A vacina ainda está na terceira fase de teste, em que a eficácia precisa ser comprovada antes de ser liberada pela Anvisa. A previsão do governo de São Paulo é a de que os documentos sobre a Coronavac sejam entregues à Anvisa no dia 15 de dezembro.

Nessa segunda-feira, 7, o governador João Doria lançou o Plano Estadual de Imunização contra o coronavírus. A campanha vai começar no dia 25 de janeiro, com prioridade para profissionais de saúde, pessoas com 60 anos ou mais e grupos indígenas e quilombolas na primeira etapa. São Paulo também vai disponibilizar 4 milhões de doses da vacina do Instituto Butantan para outros estados.

“A vacina será gratuita para todos no sistema público de saúde do estado de São Paulo”, afirmou o governador. “Não estamos virando as costas para o Plano Nacional de Imunizações, mas precisamos ser mais ágeis e, por isso, estamos nos antecipando. Somos todos a favor da vida e de todas as vacinas”, acrescentou Doria.

A previsão é que 9 milhões de pessoas sejam imunizadas na primeira etapa, com a aplicação de 18 milhões de doses. O público-alvo prioritário abrange trabalhadores na linha de frente de combate à Covid-19, indígenas e quilombolas e também a faixa etária com maior índice de letalidade por COVID-19 – 77% das mortes provocadas pelo coronavírus até agora são de pessoas com mais de 60 anos. (com informações g1.com.br)