8 de outubro de 2026 16:22

Polícia Civil prende em Osasco traficante de Santa Catarina com 20 anos de pena para cumprir
"Vamos escrever a história do nosso jeito", diz Flávio em evento de apoio do Podemos
Osasco arrecada R$ 3,7 bilhões e termina agosto com R$ 300 milhões a mais no caixa
Deu "dogão x bauru" na final do Campeonato Paulista de vôlei
PT faz carreata pela reeleição de Lula no próximo domingo em Carapicuíba
Homem demonstra frieza após matar cãozinho asfixiado e jogar corpo no lixo

8 de outubro de 2026 16:22

Polícia Civil prende em Osasco traficante de Santa Catarina com 20 anos de pena para cumprir
"Vamos escrever a história do nosso jeito", diz Flávio em evento de apoio do Podemos
Osasco arrecada R$ 3,7 bilhões e termina agosto com R$ 300 milhões a mais no caixa
Deu "dogão x bauru" na final do Campeonato Paulista de vôlei
PT faz carreata pela reeleição de Lula no próximo domingo em Carapicuíba
Homem demonstra frieza após matar cãozinho asfixiado e jogar corpo no lixo

Governo Federal apreende 10.800 litros de azeite fraudado em Osasco

Divulgação

Da redação     -
26 de fevereiro de 2025

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), por meio da Secretaria de Defesa Agropecuá-ria (SDA), apreendeu 10.800 litros de suposto “azeite de oliva extravirgem” em um centro de distribuição de supermercados em Osasco.

A ação, motivada por denúncia registrada na Ouvidoria do Mapa, constatou que o produto da marca Azapa (lote 2024) continha mistura de óleos vegetais, sendo considerado impróprio para consumo humano.

De acordo com os auditores federais fiscais agropecuários que realizaram a apreensão, a res-ponsabilidade pelo caso é do importador localizado em Osasco, que possui uma rede de su-permercados nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul, onde o produto foi fiscalizado e coletado para análise.

“Trata-se de um produto caracterizado como fraudado por conter mistura de outros óleos vegetais”, afirmou o diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Vegetal, Hugo Caruso. Ele também ressaltou que a operação evitou riscos à saúde pública e prejuízos financeiros aos consumidores, destacando que a integração entre órgãos do Ministério nos dois estados foi crucial para a agilidade da operação.

A empresa importadora terá direito à defesa e, caso a irregularidade seja comprovada, res-ponderá às penalidades previstas na legislação, incluindo multas e possível interdição.

Produtos fraudados devem ser destinados para fins industriais, como a produção de biodi-esel, ou inutilizados sob supervisão de órgãos ambientais.

Consumidores podem denunciar irregularidades em produtos vegetais na plataforma Fala BR, do Mapa, que auxilia no planejamento de operações em todo o país.