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Gregório suspende licenças para aterros e diz que Pirapora já sofre com Tietê

Graciela Zabotto     -
24 de fevereiro de 2026

Em entrevista ao Diário da Região, o prefeito de Pirapora do Bom Jesus, Gregório Maglio, informou que assinou um decreto que suspende, por 90 dias, a emissão de certidões para empresas interessadas em instalar aterros sanitários no município.

Segundo o prefeito, quando assumiu a administração, em janeiro do ano passado, havia apenas um pedido de licenciamento ambiental em andamento para a implantação de um aterro. Ao longo deste ano, uma segunda empresa também manifestou interesse em se instalar na cidade.

“Publicamos um decreto que suspende novas certidões por 90 dias até que a gente estude os casos, tendo em vista que Pirapora é uma cidade turística e precisa ter isso preservado”, disse o prefeito.

Gregório disse que a quantidade de resíduos prevista para o local é um dos pontos que geram preocupação. “A capacidade é uma média de 7 mil toneladas por dia, sendo que a cidade de Pirapora produz 30 toneladas dia”. De acordo com ele, os aterros, que seriam implantados na região do Ponunduva, receberiam resíduos da capital paulista e de municípios da Região Metropolitana.

Além de prefeito, Gregório Maglio é presidente do Cioeste (Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo) e ressaltou que, apesar de ser contrário à implantação dos aterros em Pirapora, a decisão precisa considerar o contexto regional.

“Eu quero justificar talvez minha posição que Pirapora já sofre muito com a poluição do Rio Tietê. Nós já pagamos por algo que não fomos nós que produzimos, e agora ganhar mais esses dois empreendimentos, tenho comigo que Pirapora já sofreu demais e sofre demais por impactos ambientais e não queria que isso continuasse acontecendo na minha cidade. Agora, como fazemos parte de um Consórcio não podemos, simplesmente, tomar as decisões pensando apenas em nosso município”, concluiu.