21 de maio de 2026 17:33

Ônibus arrasta carro em frente ao Bom Prato de Itapevi
Mulher nega ter mandado matar marido, mas confessa golpe do seguro
Deolane Bezerra é presa em Alphaville suspeita de lavar dinheiro para o PCC
Nesta quinta Haddad fala de economia para alunos da Universidade Federal de Osasco
Prefeitura de Itapevi lança programa Remédio em Casa
Burning Fest reúne churrasco, música e food trucks em Barueri

21 de maio de 2026 17:33

Ônibus arrasta carro em frente ao Bom Prato de Itapevi
Mulher nega ter mandado matar marido, mas confessa golpe do seguro
Deolane Bezerra é presa em Alphaville suspeita de lavar dinheiro para o PCC
Nesta quinta Haddad fala de economia para alunos da Universidade Federal de Osasco
Prefeitura de Itapevi lança programa Remédio em Casa
Burning Fest reúne churrasco, música e food trucks em Barueri

Grupo invade propriedade, queima altar religioso e zomba dos frequentadores: “macumbeiros dos infernos”

Da redação     -
27 de abril de 2026

A Polícia Civil investiga um grupo de cinco pessoas que invadiu uma propriedade, no bairro Igavetá, em Araçariguama. Sob ameaça de um revólver, os moradores foram assaltados e um altar religioso foi incendiado.

Durante a ação, o grupo que mantinha os moradores acuados dançava e gritava “macumbeiro dos infernos, macumbeiros de merda”.

Segundo o boletim de ocorrência, aberto por uma líder religiosa no dia 18 de abril, ela estava acompanhada de outros fiéis quando foi surpreendida pelos invasores, sendo três mulheres e dois homens.

Vídeos feitos pelos denunciantes mostram o momento da invasão e das ofensas. Uma mulher também teria sofrido preconceito racial ao ser ordenada por um dos invasores a “mostrar a cara preta”.

Segundo as vítimas, o grupo levou uma bolsa com documentos e R$ 400 em dinheiro. O caso é investigado como furto e injúria com motivação racial e religiosa. Ninguém foi preso.

O advogado da denunciante, Carlos Aymar, declarou que a invasão foi agressiva e que tinha como objetivo uma reintegração forçada de posse.

“A propriedade é de posse deles (denunciantes), eles são posseiros da área, tem um contrato de compra e venda da posse de pelo menos um ano e a área foi invadida pelos então ex-proprietários (…) Esperamos as providências cabíveis com a urgência que o caso requer”, disse Carlos Aymar em entrevista ao G1.