4 de abril de 2025 07:28

Polícia Civil apreende outro caminhão com quase uma tonelada de maconha
GCM de Osasco de folga atira, imobiliza e prende ladrão de aliança em Taboão da Serra
Veículo sobe em mureta na Raposo; três acidentes complicaram o trânsito
Habitação envia 3 projetos para obter verba do PAC
Valéria Bolsonaro se reúne com Câmara Técnica de Mulheres do Cioeste
Dois traficantes são presos com 1300 porções de drogas em favela do Veloso

4 de abril de 2025 07:28

Polícia Civil apreende outro caminhão com quase uma tonelada de maconha
GCM de Osasco de folga atira, imobiliza e prende ladrão de aliança em Taboão da Serra
Veículo sobe em mureta na Raposo; três acidentes complicaram o trânsito
Habitação envia 3 projetos para obter verba do PAC
Valéria Bolsonaro se reúne com Câmara Técnica de Mulheres do Cioeste
Dois traficantes são presos com 1300 porções de drogas em favela do Veloso

Homem morre em UPA à espera de atendimento

Divulgação

Da redação     -
17 de maio de 2024

Um homem de 45 anos morreu dentro da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Rio Pequeno, na Zona Oeste, no limite de Osasco com São Paulo, enquanto aguardava por uma consulta nessa quarta-feira (15). A UPA foi inaugurada há 20 dias.

A mulher do paciente, identificado como Lúcio Gomes de Moura, disse que o marido foi à unidade pois estava sentindo dores abdominais e dormência nas pernas. Segundo ela, Lúcio chegou à unidade às 7h e, às 13h, recebeu medicação para a dor abdominal.

Pouco depois, as pernas começaram a doer muito, segundo a mulher, e o marido passou a esperar por um novo atendimento. Uma médica teria prescrito outra medicação e informava sobre a liberação do paciente para a mulher quando ele infartou dentro da UPA.

A Secretaria Municipal de Saúde lamentou a morte de Lúcio e se solidarizou com sua família. “O paciente estava recebendo orientação, quando apresentou mal súbito e evoluiu ao óbito. O caso foi encaminhado ao serviço de verificação de óbito para esclarecimento”, disse a pasta, em nota.

A Secretaria informou, ainda, que devido ao aumento da demanda hospitalar relacionada às doenças respiratórias e dengue, as unidades estão priorizando o atendimento dos quadros de maior gravidade, ” seguindo o protocolo de classificação de risco Manchester”.