12 de setembro de 2026 01:58

Briga entre alunas tem agressão com tesoura em escola de Itapevi
Você viu isso? Agricultor grava tornado de dentro do carro
Carga de cerveja cai de caminhão e população saqueia bebidas em Itapevi
Chuva faz Barueri cancelar atendimento veterinário gratuito neste sábado
Santana de Parnaíba terá novo AME e vai ganhar mamógrafo
Muro de construção sem alvará desaba no Ayrosa

12 de setembro de 2026 01:58

Briga entre alunas tem agressão com tesoura em escola de Itapevi
Você viu isso? Agricultor grava tornado de dentro do carro
Carga de cerveja cai de caminhão e população saqueia bebidas em Itapevi
Chuva faz Barueri cancelar atendimento veterinário gratuito neste sábado
Santana de Parnaíba terá novo AME e vai ganhar mamógrafo
Muro de construção sem alvará desaba no Ayrosa

Malas de Motta e Ciro Nogueira são liberadas sem fiscalização em aeroporto de São Roque; um investigado por crime organizado estava no voo

Da redação     -
29 de abril de 2026

A Polícia Federal irá investigar se um auditor da Receita Federal cometeu crimes de prevaricação e descaminho no Aeroporto Executivo Catarina, em São Roque, ao liberar bagagens do presidente da Câmara, Hugo Motta e do senador Ciro Nogueira sem a devida fiscalização.

O documento, que integra investigação da Polícia Federal, indica que, em 20 de abril de 2025, o auditor Marco Antônio Canella teria descumprido procedimentos e permitido a entrada de bagagens sem a devida inspeção.

Agentes de Proteção da Aviação Civil (APAC) também informaram à PF que no desembarque, o auditor autorizou que itens como garrafas e eletrônicos permanecessem dentro das malas durante a fiscalização.

Além das bagagens dos dois políticos, as malas do piloto José Jorge de Oliveira Júnior também não foram submetidas ao detector de metais.
Na foto é possível ver que cinco volumes transportados pelo piloto entraram no país sem passar por raio-x. A PF diz ser impossível dizer a quem os volumes pertenciam. O piloto disse que eram “itens pessoais”.

Hugo Motta e Ciro Nogueira retornavam de uma viagem à ilha de São Martinho, descrita pela PF como um paraíso fiscal no Caribe.

No avião estavam também os deputados Doutor Luizinho e Isnaldo Bulhões e o ex-vereador de Teresina Victor Linhares, alvo da Operação Carbono Oculto, que investiga ligações entre o crime organizado e o setor de combustíveis.

O voo foi realizado em um avião particular de Fernando Oliveira Lima, o “Fernandin OIG”, apontado como operador de plataformas que oferecem o chamado jogo do tigrinho.

O caso foi encaminhado ao STF (Supremo Tribunal Federal) onde o ministro Alexandre de Moraes irá analisar se a Corte tem competência para julgar.

Em nota, Hugo Motta afirmou que cumpriu “todos os protocolos e determinações estabelecidas na legislação aduaneira” ao desembarcar, Os demais não se manifestaram até o momento.