14 de julho de 2024 22:22

Mandato coletivo AtivOz busca reeleição com nova formação
Camila Godói se reúne com Márcio França e conquista recurso para Escola do Futuro
Prefeitura Osasco implanta Operação Inverno até setembro
Musical “Os Saltimbancos” se apresenta domingo em Osasco
Fundo Social faz chamamento público para decoração natalina
Libânia Aparecida é pré-candidata a vereadora pelo PSD em Osasco

14 de julho de 2024 22:22

Mandato coletivo AtivOz busca reeleição com nova formação
Camila Godói se reúne com Márcio França e conquista recurso para Escola do Futuro
Prefeitura Osasco implanta Operação Inverno até setembro
Musical “Os Saltimbancos” se apresenta domingo em Osasco
Fundo Social faz chamamento público para decoração natalina
Libânia Aparecida é pré-candidata a vereadora pelo PSD em Osasco
Novo tratamento reduz coronavírus em 99,9% em testes com animais

Getty Images

Da redação     -
18 de maio de 2021

Pesquisadores da Universidade de Griffith, na Austrália, e do centro de pesquisas americano City of Hope criaram uma nova terapia antiviral que impede a replicação do novo coronavírus no organismo em testes feitos em animais. A terapia usada reduziu 99,9% das partículas do vírus nos pulmões de ratos. Segundo os pesquisadores, é possível que o tratamento funcione, também, contra outros tipos de coronavírus, como os mais antigos Sars e Mers, que tiveram surtos localizados no passado.

No tratamento, pesquisadores utilizaram um método baseado em um RNA de interferência pequena (chamado de siRNA) que inativa a capacidade de replicação do coronavírus no organismo. “O tratamento com siRNA específico para vírus reduz a carga viral em 99,9%. Essas nanopartículas furtivas podem ser entregues a uma ampla gama de células pulmonares e silenciar genes virais”, afirma, em nota, Nigel McMillan, professor-diretor da divisão de doenças infecciosas e imunologia da Universidade de Griffith. “Também mostramos que essas nanopartículas são estáveis a 4 °C por 12 meses e em temperatura ambiente por mais de um mês, o que significa que esse agente pode ser usado em ambientes com poucos recursos para tratar pacientes infectados”, complementa o especialista.

Segundo os pesquisadores, o novo tratamento usado, até o momento, apenas em camundongos infectados com SARS-Cov-2 foi capaz de melhorar a sobrevida e aumentar a taxa de sobrevivência, uma vez que nenhum vírus foi detectado nos pulmões dos animais.

As nanopartículas são facilmente replicáveis e baratas de produzir, dizem os pesquisadores. Entretanto, a nova terapia contra a replicação do novo coronavírus precisa passar por mais etapas de testes, inclusive com pacientes humanos, antes de ser aprovada por órgãos de saúde pública. (exame.com)