Em visita à sede do Diário da Região, pouco antes de receber o título de “Cidadão Osasquense” no Teatro Municipal, Guilherme Derrite disse que “Osasco faz parte da sua trajetória profissional e tem um lugar especial em seu coração”.
O deputado federal, ex-secretário da Segurança Pública do Estado de São Paulo e pré-candidato ao Senado explicou que depois dos quatro anos na Academia da Polícia Militar do Barro Branco, começou sua carreira profissional no 14º Batalhão de Osasco. “É sempre uma nostalgia voltar para Osasco”, disse.
Derrite participou de várias operações policiais no município durante o período em que integrou a equipe da Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar).
Em sua primeira eleição, em 2018, conquistou uma vaga para a Câmara dos Deputados, em Brasília, obtendo mais de 119 mil votos. Depois foi reeleito deputado federal com 220 mil votos e, neste ano, concorre a uma vaga no Senado.
“Também estou muito honrado e agradecido ao vereador Ralfi Silva (Republicanos) pela iniciativa em me conceder o título de Cidadão Osasquense”, finalizou.
Derrite foi o relator do projeto de lei que acabou com a “saidinha temporária de presos no Brasil”. Todos os detentos condenados após abril de 2024 não terão mais esse benefício.
Agora, o deputado federal encampa a luta para que as facções criminosas, como PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho), dentre outras, sejam enquadradas como “terroristas”.
O tema gera polêmica e é visto como inconstitucional por alguns advogados e políticos por ferir a soberania nacional e permitir, por exemplo, que os Estados Unidos invadam o Brasil sob o pretexto de combate ao terrorismo.