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Padre de Osasco alvo da Polícia Federal pede pix aos fiéis

Divulgação

Da redação     -
14 de fevereiro de 2024

O padre José Eduardo de Oliveira e Silva, da diocese de Osasco, usou sua conta do Instagram para pedir Pix aos fiéis.

O valor arrecadado seria utilizado para aquisição de novo aparelho celular e computador, já que os seus foram apreendidos pela Polícia Federal (PF), na semana passada, durante a operação Tempus Veritatis, que investiga pessoas envolvidas nos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, em Brasília.

No story do Instagram foi publicada a seguinte mensagem: “O padre José Eduardo está incomunicável, pelos motivos evidentes: retiraram seu celular e seu computador. Se alguém quiser ajudar o padre a adquirir novos equipamentos, segue o pix”.

O padre não divulgou quanto conseguiu arrecadar via pix, mas já voltou com as postagens no Instagram.

As últimas três foram fotos suas com frases em latim como: “Tottus tuus, Maria!”, “Vae enim mihi est si non evangelizavero” e “Da pacem, Domine, in diebus nostris”.

Na lista da PF

Vigário da Paróquia São Domingos, no bairro Umuarama, o padre José Eduardo de Oliveira foi alvo de um mandado de busca e apreensão da PF.

Ele é apontado como um dos membros que participou de uma reunião no dia 19 de novembro de 2022 no Palácio do Planalto. Durante o encontro, teria sido discutida uma minuta golpista para impedir a posse de Lula (PT).

Juntamente com o padre José Eduardo de Oliveira, também teriam participado da reunião o ex-assessor especial de Jair Bolsonaro (PL), Filipe Martins, e o advogado Amauri Feres Saad. Os nomes dos três estavam registrados no controle de entrada e saída do prédio.

A versão do padre

Por meio de nota publicada no Instagram, o padre negou sua participação em qualquer conspiração contra a Constituição Brasileira.

“A República é laica e regida pelos preceitos constitucionais, que devem ser respeitados. Romper com a ordem estabelecida seria profundamente contrário aos meus princípios. Abaixo de Deus, em nosso país, está a Constituição Federal. Portanto, não cooperei nem endossei com qualquer ato disruptivo da Constituição. Como professor de teologia moral, sempre ensinei que a lei positiva deve ser obedecida pelos fiéis, dentre as quais humildemente me incluo”, relatou em nota.