12 de abril de 2026 00:35

Mulher é assaltada em frente sua residência quando descia do carro e entrava em casa
Você viu isso? PM feminina reage a tentativa de assalto e mata 2 suspeitos a tiros
Gangue de alunos agride estudante autista na porta de escola em Itapevi
Novo delegado do 1º DP coloca 27 na cadeia e desmantela tráfico na Favela do 21
PM prende ladrão que roubou colar de mulher no centro de Osasco
Polícia prende homem com drogas e anotações do tráfico na Comunidade do Quadrado

12 de abril de 2026 00:35

Mulher é assaltada em frente sua residência quando descia do carro e entrava em casa
Você viu isso? PM feminina reage a tentativa de assalto e mata 2 suspeitos a tiros
Gangue de alunos agride estudante autista na porta de escola em Itapevi
Novo delegado do 1º DP coloca 27 na cadeia e desmantela tráfico na Favela do 21
PM prende ladrão que roubou colar de mulher no centro de Osasco
Polícia prende homem com drogas e anotações do tráfico na Comunidade do Quadrado

Quatro são presos por desvio de remédios do Hospital Municipal de Barueri; prejuízo de R$ 1 milhão

Da redação     -
24 de março de 2026

A Polícia Civil do Estado de São Paulo realizou nesta terça-feira (24) a operação “Efeito Colateral” para desarticular um esquema criminoso de desvio e revenda ilegal de medicamentos de um órgão de saúde municipal de Barueri.

Segundo o delegado Adair Marques, que comandou a operação, ao todo foram cumpridos quatro mandados de prisão e cinco de busca e apreensão nas cidades de Barueri, Santana de Parnaíba e Osasco.

As investigações conduzidas pelo Setor de Investigações Gerais (SIG) da Delegacia Seccional de Carapicuíba apontam que o grupo atuava há cerca de 10 meses.

Nesse período, ao menos sete episódios de desvio de medicamentos foram identificados, gerando um prejuízo aos cofres públicos de aproximadamente R$ 1 milhão.

Além do impacto financeiro, o esquema comprometeu diretamente o atendimento na rede municipal de saúde, ao retirar de circulação medicamentos que deveriam ser destinados a pacientes.

Segundo a apuração, o grupo contava com a atuação de funcionários ligados ao setor de almoxarifado do órgão, responsáveis por retirar irregularmente os medicamentos do estoque público.

Os produtos desviados eram então repassados a comparsas, que realizavam a revenda por meio de uma empresa, utilizada para dar aparência de legalidade às transações — o que levanta indícios de lavagem de dinheiro.

Os envolvidos poderão responder por furto qualificado, associação criminosa e lavagem de capitais. As diligências seguem em andamento para identificar outros envolvidos e dimensionar a extensão do esquema.