18 de agosto de 2026 06:15

Com dívida de R$ 17 bilhões Casas Bahia já demitiu 12 mil funcionários e fechou 355 lojas; várias na região
Festa de futebol de várzea termina com spray de pimenta e PM com revólver em punho
Homem em surto psicótico pula no rio Tietê; foi socorrido com vida pelo Corpo de Bombeiros
Direção Segura prende um por embriaguez ao volante e fiscaliza 121 motoristas no Tamboré
Tarcísio inicia campanha em Osasco onde perdeu para Haddad no 1º e 2º turnos em 2022
Preso em Ourinhos traficante com meia tonelada de maconha com destino a Cotia; R$ 1 milhão em droga

18 de agosto de 2026 06:15

Com dívida de R$ 17 bilhões Casas Bahia já demitiu 12 mil funcionários e fechou 355 lojas; várias na região
Festa de futebol de várzea termina com spray de pimenta e PM com revólver em punho
Homem em surto psicótico pula no rio Tietê; foi socorrido com vida pelo Corpo de Bombeiros
Direção Segura prende um por embriaguez ao volante e fiscaliza 121 motoristas no Tamboré
Tarcísio inicia campanha em Osasco onde perdeu para Haddad no 1º e 2º turnos em 2022
Preso em Ourinhos traficante com meia tonelada de maconha com destino a Cotia; R$ 1 milhão em droga

Queniana Chumba de novo no radar do Vôlei Osasco

Divulgação

Da redação     -
23 de setembro de 2021

Segundo informações do Blog do Voloch, a oposta Chumba, da Seleção do Quênia, voltou a ganhar forças nos bastidores do Vôlei Osasco. Seria uma solução enquanto o caso Tandara, suspensa preventivamente por suposto uso de doping, não se resolve.
As opções de mercado também não são das melhores. Atualmente quem está fazendo a função é a atacante Tifanny, que chegou a princípio para fazer a ponta, mas que também joga na oposição de o oposta.
O time do técnico Luizomar de Moura também trouxe a jovem oposta Bia para a posição. Porém mais como um opção e não uma solução. Por isso o nome da jogadora Sharon Chepchumba, a Chumba, que foi comandada pelo próprio Luizomar na Olimpíada de Tóquio, volta a ser avaliado.
Segundo apuração do jornalista Bruno Voloch, o acordo, apesar da pouca tradição do vôlei africano, não é simples e passa pela aprovação da Federação do Quênia e liberação da Confederação Africana, via Federação Internacional de Vôlei, com as respectivas taxas.
O blog também apurou que a questão financeira não seria problema, e que apenas os tramites burocráticos podem deixar o processo lento, além da questão do visto de trabalho. Se concretizada está será a primeira experiência da atleta no exterior.