20 de julho de 2026 19:53

Polícia faz buscas onde corpo de empresário foi desovado; um dos presos deu o paradeiro
Dono de carro quase agride GCM após parar automóvel em local errado e ter veículo guinchado
Sequestradores beberam cerveja no cativeiro e empresário pode ter sido torturado até a morte
Polícia prende três envolvidos no desaparecimento de empresário; cativeiro e carro têm sangue
Amigo de Marcelo armou sequestro por dívida não paga; vídeo mostra vítima amordaçada
Prefeitura de Carapicuíba faz mutirão de serviços públicos no Ariston neste sábado

20 de julho de 2026 19:53

Polícia faz buscas onde corpo de empresário foi desovado; um dos presos deu o paradeiro
Dono de carro quase agride GCM após parar automóvel em local errado e ter veículo guinchado
Sequestradores beberam cerveja no cativeiro e empresário pode ter sido torturado até a morte
Polícia prende três envolvidos no desaparecimento de empresário; cativeiro e carro têm sangue
Amigo de Marcelo armou sequestro por dívida não paga; vídeo mostra vítima amordaçada
Prefeitura de Carapicuíba faz mutirão de serviços públicos no Ariston neste sábado

Rogério Lins é absolvido em processo da Operação Caça-Fantasma

Da redação     -
29 de maio de 2026

A Justiça absolveu o ex-prefeito de Osasco, Rogério Lins, e membros de sua equipe no processo relacionado à Operação Caça-Fantasma, que apurava a suposta existência de funcionários que recebiam salários sem exercer funções no serviço público.

A decisão foi proferida pela 2ª Vara Criminal de Osasco após a conclusão da fase de instrução do processo. O Ministério Público não apresentou recurso.

De acordo com a sentença, não foram produzidas provas suficientes para sustentar uma condenação.

A magistrada responsável pelo caso destacou que as acusações não foram confirmadas durante os depoimentos prestados em juízo e que elementos considerados importantes para comprovar as supostas irregularidades não foram apresentados ao longo do processo.

Antes da decisão judicial, o Ministério Público já havia pedido a absolvição de Rogério Lins.

Ao analisar o caso, o órgão afirmou que a denúncia se apoiava em uma ‘hipótese maluca’, expressão utilizada para destacar a ausência de provas capazes de sustentar a acusação.

Na sentença, a Justiça ressaltou que o processo penal exige provas para a condenação e que eventuais dúvidas devem beneficiar os acusados.

Com base no artigo 386, inciso VII, do Código de Processo Penal, Rogério Lins e os demais réus foram absolvidos por insuficiência de provas.

A Operação Caça-Fantasma foi deflagrada pelo Ministério Público de São Paulo para investigar suspeitas de nomeações irregulares na Câmara Municipal e na Prefeitura de Osasco.

Em 2016, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em gabinetes de vereadores e repartições públicas. Na época, Rogério Lins exercia o cargo de vereador e foi incluído entre os investigados.

Ao longo do processo, foram analisadas nomeações de assessores e possíveis vínculos funcionais apontados pela investigação.

Durante a fase judicial, testemunhas ouvidas pela Justiça não confirmaram as acusações, o que contribuiu para a decisão de absolvição dos investigados.